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Administração do Naviera Armas acusa responsável pela Política do Mar de beneficiar CV Interilhas na rota São Vicente – Santo Antão


  9 Août      10        pêche (93), Société (39833),

   

Mindelo, 09 Ago (Inforpress) – A administração do Naviera Armas acusou hoje, em comunicado, o director nacional de Política do Mar de beneficiar a CV Interilhas, garantindo ao seu navio Chiquinho BL 70 por cento (%) do tráfego na rota São Vicente- Santo Antão.
Esta reacção da administração do Naviera Armas, proprietária do navio Mar d´Canal, surge após a Direcção Nacional de Política do Mar ter fixado novo horário para os navios Nôs Ferry Mar d´Canal e Chiquinho BL, na linha marítima São Vicente – Santo Antão com um intervalo de 01:15 minutos entre as viagens.
Segundo a Naviera Armas, com a suspensão da alternância de horários, ao Chiquinho é imediatamente garantido 40% do tráfego e os restantes 60% ficam à livre partilha em ambiente de concorrência entre os dois navios.
Ou seja, clarificou, com este acto, garantiram ao Chiquinho cerca de 70% do tráfego e o Mar d´Canal por volta de 30%.
Para a mesma fonte, adiar a saída do seu navio e manter inalterada a saída do navio Chiquinho BL é claramente prejudicar o Mar d´Canal e beneficiar o navio estrangeiro afretado à CV Interilhas.
“Se o director nacional de Política do Mar, Giliardo Nascimento, tivesse dado à Naviera Armas Cabo Verde a oportunidade de se sentar à mesa, em busca do necessário consenso, para as melhores soluções dos problemas que vem acontecendo nos dois portos teríamos demonstrado facilmente que estes devem-se exclusivamente ao não cumprimento dos horários de saída pelos capitães dos navios da CV Interilhas nas outras rotas”, defendeu, acusando Giliardo Nascimento de ditar e impor decisões que prejudicam a Naviera Armas.
Também, justificou, deve-se “à não obediência dos capitães às ordens emanadas pela Enapor” e que “todas as autoridades são testemunhas do que tem ocorrido no Porto Grande”.
Conforme o navio Nos Ferry Mar d´Canal, “é claramente de interesse público, sabendo que é um navio de propriedade nacional, de um armador 100% nacional, que paga impostos, não recebe qualquer tipo de subsídio por parte do Estado e não merece ser sacrificado desta maneira”.
É que, ajuntou, além de “ver negado o pedido de alternância, viu os horários das saídas penalizadas em 15 minutos”, pelo que a administração do navio considerou que “a Direcção Nacional de Política do Mar cometeu um equívoco baseado em pressupostos errados e que irá rever a sua posição”.
Assim, a mesma solicitou “o bom-senso de rever o despacho e efectivar de volta o horário com partidas às 08:00, às 10:00, às 15:00 e às 17:00, conforme vem sendo praticado há mais de 10 anos”.
“Na apresentação de novos motivos mais sólidos e bem fundamentados, relativamente à necessidade de aumentar o distanciamento entre as viagens de 01:15, mais vale adiantar a saída do primeiro navio para 15 minutos mais cedo, sem prejuízo para ambas as partes”.

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