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Afreximbank quer apoiar acções e projectos do Governo para transformar estrutura económica do país


  7 Novembre      71        Economie (22913), Finance (3737), Photos (20694),

   

Praia, 06 Nov (Inforpress) – O presidente do Banco Africano de Importação e Exportação (Afreximbank), Benedict Okey Orama, manifestou a disponibilidade da instituição bancária em apoiar as acções e projectos do Governo cabo-verdiano visando transformar a estrutura económica do país.
Benedict Okey Oramah fez estas declarações no acto de abertura da 17ª edição do Seminário do Banco Africano de Importação e Exportação (Afreximbank), que decorre na ilha do Sal durante três dias, presidida pelo primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, e testemunhada, também, pelo ministro das Finanças, Olavo Correia.
“Vamos ser um aliado de Cabo Verde nesta empreitada. O banco quer apoiar na mobilização de recursos técnicos, financeiros e parcerias necessárias para a implementação de projectos e iniciativas, visando transformar a estrutura económica do país”, afiançou.
Na ocasião, Benedict Okey Oramah referiu, entretanto, que na actual economia globalizada a falta de recursos naturais e de terra arável “não pode ser justificativa” para a falta de crescimento, exemplificando que a Singapura, Dubai e as Maurícias têm mostrado como os serviços, a indústria (…) podem transformar as pequenas ilhas.
“Singapura, por exemplo, um país menor do que São Tomé e Príncipe e segundo menor país em África, está entre as 20 maiores economias do mundo. Se é possível noutros sítios, é possível em África e aqui em Cabo Verde”, disse, manifestando satisfação por verificar que o Governo de Cabo Verde “está a tomar medidas ousadas” para transformar a estrutura económica do país.
“Espero que os conhecimentos e troca de experiência neste evento possam contribuir para melhorar as nossas habilidades de finanças, construir grandes laços e relações pan-africanas fortes, entre a África e o resto do mundo”, concluiu.
Por sua vez, o ministro das Finanças Olavo Correia destacou na sua intervenção o propósito do Governo  em reforçar a estabilidade cambial no país, mas também trabalhar para liberalizar a lei cambial em Cabo Verde.
“Fazer comércio com Cabo Verde tem de ser livre e isento de restrições administrativas e burocráticas que apenas impeçam o desenvolvimento do nosso país. Estamos a trabalhar para que este quadro seja alterado rapidamente”, assegurou.
Todavia, segundo o titular da pasta das Finanças, para que haja comércio é preciso que também haja confiança entre os operadores, entre os operadores e o sistema bancário, entre todos os “players” que intervêm no comércio internacional e africano, cabendo, entretanto aos actores políticos tudo fazer para melhorar o ambiente de negócio nos respectivos países e reforçar o clima de confiança necessário para incrementar o comércio do país, e com o resto do mundo.
Ciente de que para que haja comércio é preciso financiamento, Olavo Correia referiu, entretanto, que só financiamento não é suficiente, destacando alguns aspectos “importantes”, nomeadamente os transportes, particularmente marítimos, já que, conforme denota, não é possível desenvolver o comércio entre Cabo Verde e o Continente Africano mas também entre os demais países e o continente africano se não haver um sistema de transportes eficiente, regular, competitivo e a preços justos.
“Espero que este seminário seja um grande sucesso para todos e possamos sair daqui com conclusões e recomendações que possam permitir acelerar o comércio africano e o comércio intra-africano”, finalizou.
O evento organizado pelo Banco Africano de Importação e Exportação em parceria com o Ministério das Finanças, no qual participam cerca de duas centenas de delegados de várias regiões africanas e do mundo, visa fortalecer a capacidade das partes interessadas do Afreximbank na compreensão do comércio internacional e questões de financiamento de projectos relacionados ao comércio.
SC/AA

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