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África Subsariana: FMI prevê um crescimento com recuperação de 3,1 por cento em 2021


  23 Octobre      18        Economie (10329),

   

Cidade da Praia, 23 Out (Inforpress) – O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que em 2021 a economia regional de África Subsariana, da qual faz parte Cabo Verde, tenha um crescimento com recuperação de 3,1 por cento (%) em 2021.
Segundo o relatório sobre as perspectivas económicas regionais para a África Subsariana deste mês de Outubro, a região está a enfrentar uma crise sanitária e económica “sem precedentes” que, em apenas alguns meses, “comprometeu anos de árduos ganhos de desenvolvimento e abalou as vidas e os meios de subsistência” de milhões de pessoas.
“As perspectivas actuais para 2020–21 permanecem, na generalidade, inalteradas face à atcualização de junho, com a contração projectada da actividade em 3,0%, em 2020, o que continua a constituir os piores resultados alguma vez registados. Para 2021, o crescimento regional deverá recuperar ligeiramente para 3,1%”, lê-se no relatório.
Estas perspectivas para a África Subsariana, onde também integra os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), conforme a mesma fonte, estão sujeitas à revisão em sentido descendente de alguns dos principais riscos, em particular no que se refere à trajectória da pandemia da covid-19 e à resiliência dos sistemas de saúde da região.
“Estes riscos são agravados pela incerteza da disponibilidade de financiamento externo; estima-se que as necessidades associadas somem cerca de 900 mil milhões de dólares em 2020–23, e as respectivas fontes, ainda por identificar, entre 130 mil milhões dólares e 410 mil milhões de dólares”, indicou o relatório.
No geral, segundo o FMI, as perspectivas da região serão moldadas pela disponibilidade de financiamento adicional e pelas reformas internas transformadoras para promover a resiliência (incluindo a mobilização de receitas, a digitalização e o fomento de uma melhor transparência e governação).
Por outro lado, essas perspectivas passam, também, por aumentar o crescimento no médio prazo, criar oportunidades para uma vaga de novos candidatos a emprego e realizar progressos no sentido dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Entretanto, o Fundo Monetário Internacional sublinha que, confrontados com uma crise económica e sanitária “sem precedentes”, os países actuaram rapidamente com vista a proteger os seus cidadãos do pior da crise, e que, “num contexto de elevados custos económicos e sociais, muitos têm estado a reabrir as suas economias”.
O FMI prevê, ainda, uma recessão de 4,4% em 2020 e uma recuperação de 5,2% em 2021, a nível mundial.

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