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Agricultura/”A Guiné-Bissau deve apostar na mecanização agrícola para criar riquezas”, diz Júlio Malam Injai


  10 Août      12        Agriculture (1491),

   

Bissau,10 Ago 20(ANG) – O Director Geral da Agricultura defendeu que o governo deve criar as condições indispensáveis para a mecanização agrícola de forma a aumentar a produção, criar riquezas e atingir a auto-suficiência alimentar.

Júlio Malam Injai, em entrevista exclusiva concedida hoje à ANG, disse que, se o país continuar com a forma de lavoura rudimentar ou seja com arados e enchadas vai se produzir apenas para a subsistência nunca para criar riquezas como almejado.
“Temos que adoptar uma filosofia moderna que passa pela mecanização agrícola e que passa pela aquisição de máquinas que serão aplicadas no terreno de forma a aumentar a produção e produtividade”, explicou.

Disse que deve-se apostar em máquinas, tanto para a lavoura, conservação bem como para a transformação de produtos agrícolas.

“Quando se fala de mecanização agrícola não estamos a falar somente de tractores, vamos abranger o processamento de produtos. No domínio da pecuária devemos sedenterizar os animais ou seja não podemos continuar a ter as crianças a andar atrás dos gados para a pastagem. Devemos criar as zonas de pastos onde os animais possam ficar para serem bem tratados”, frisou.

Abordado sobre a actual capacidade de produção nacional em termos de arroz e outros cereais, o Director Geral da Agricultura, afirmou que naturalmente o país produz apenas para a subsistência.

“Em termos de arroz concretamente, produzimos um pouco mais de metade do que consumimos. Portanto temos cerca de 89 mil toneladas produzida e um défice de cerca de 90 mil toneladas desse produto ou seja só produzimos metade das nossas necessidades para o consumo nacional”, explicou.

Aquele responsável sublinhou que de acordo com os dados, um guineense consome em média 130 quilos de arroz por ano, salientando que se multiplicarmos esse número com a população total, vamos saber das necessidades do país em termos do arroz.

Afirmou que o país dispõe de terras aráveis, explicando que, se for feito um ordenamento hidroagrícola sério e com a mecanização, vai se produzir o suficiente para garantir a segurança alimentar.

Júlio Injai disse que, aproveitando a bacia da Vale do rio Geba, o país pode criar as condições para produzir arroz, aproveitando a água doce ali existente.

“Podemos até criar as condições para fazer no mínimo duas ou três colheitas por ano, ou seja no período da chuva e na seca através de irrigação”, garantiu.

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