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Angola: PR expressa vontade contínua de dialogar com jovens


  26 Novembre      13        Politique (14386),

   

Luanda,26 de Novembro (ANGOP) – O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, manifestou, esta quinta-feira,26, a vontade de dialogar com a juventude, no espírito da presidência aberta que desenvolve desde que assumiu o poder, em Setembro de 2017.

« Alguns dizem que é difícil lidar com à juventude, eu penso que não, até porque também já fui jovem. Nós conhecemos as formas de pensar, de sentir e de agir, o que muda as vezes é a conjuntura. No nosso tempo, não havia manifestações, havia outra forma de fazer valer os nossos direitos », avançou.

João Lourenço falava no encontro de auscultação com representantes juvenis de vários segmentos, na sequência de encontros similares que aconteceram, em Julho e Outubro de 2019, nas cidades do Soyo e Kuito, respectivamente.

Segundo o Chefe de Estado angolano, « nos últimos dias, os jovens têm feito uso de várias formas de fazer chegar ao poder as suas preocupações », entre as quais as manifestações, onde transmitem as suas mensagens e aspirações através de cartazes.

O Estadista fez questão de sublinhar que as manifestações não têm de degenerar em violência. Em Angola, o direito a manifestação está limitado, temporariamente, devido à pandemia da Covid-19, que assola o mundo e tem causado milhares de mortes.

No encontro, João Lourenço respondeu as várias inquietações apresentadas pelos jovens de vários partidos da oposição e disse não existirem recuos nas liberdades e garantias dos cidadãos.

« Se houvesse recuo nos direitos e garantias dos cidadãos não estaria nesta sala », realçou o Chefe do Executivo, em resposta a Agostinho Camuango (líder da JURA, organização juvenil da UNITA).

« Se as pessoas chegam a esse ponto é porque há mais liberdade », reforçando que existe também pluralidade de opinião, dando como exemplo o facto de a própria UNITA ter uma rádio.

O Presidente da República desmentiu informações segundo as quais no país não há liberdade de imprensa. Em sua opinião, nunca houve liberdade de imprensa, em Angola, como nos dias de hoje.

Apelou, igualmente, à população para a utilização racional das redes sociais.

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