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APIMUD quer formar para que os seus associados possam superar e poder participar na vida social e política do país


  22 Juillet      4        Société (22831),

   

Cidade da Praia, 22 Jul (Inforpress) – A presidente da Associação Cabo-verdiana de Promoção e Inclusão das Mulheres Com Deficiência (APIMUD) defendeu terça-feira a necessidade de formar mulheres com deficiência para que possam superar e poder participar nos lugares de poder e decisão.

Naldi Veiga fez essa consideração em declarações à Inforpress, no âmbito do quinto aniversário da APIMUD, sublinhando que a sua ambição enquanto responsável da associação é mudar a realidade da “acessibilidade no país e quebrar as barreiras impostas pelo preconceito”.

Isso porque, observou, a bandeira da APIMUD tem sido trabalhar para o desenvolvimento das suas associadas, dando-lhes instrumentos e conhecimentos para que possam ampliar as suas participações e não sentirem impedidas de reclamar os seus direitos.

“Desde o início, quando criamos a associação, afirmamos que a nossa intenção é ter uma organização para lutar pelo desenvolvimento das mulheres deficientes e não funcionar como um espaço de assistencialismo”, recordou.

Nesta lógica, acrescenta que a associação tem procurado, sempre, munir de projectos que visam promover a sustentabilidade da APIMUD e contribuir para garantir rendimento mensal da mulher com deficiência, para que não dependa apenas da pensão social.

É com este propósito, disse, que a APIMUD, em parceria com a Direcção-Geral da Promoção Social, desenvolveu o projecto de formação em corte e costura, pastelaria e panificação, e abriu um espaço, apoiado financeiramente pela embaixada dos EUA, para a implementação do projecto reprografia e lanchonete solidário.

Segundo responsável, no espaço reprografia e lanchonete solidário, localizado em Achada São Filipe, as mulheres colocam à venda os produtos de panificação e pastelaria, assim como peças de roupa confeccionadas pelas que receberam formação em corte e costura.

Actualmente, sublinhou, as mulheres estão a produzir máscaras que são postas à venda no espaço da APIMUD.

“Neste ano todo, fomos também apoiadas pela primeira-dama, com um cheque de 600 mil escudos, resultante de um jantar beneficente, e que está sendo bem empregue para que possamos prestar conta no final”, referiu.

Quanto à participação nos lugares de decisão, afirmou que o interesse é tomar parte na elaboração de políticas, visto que, muitas das vezes, as políticas executadas no sector de emprego, formação e actividades geradoras de rendimento, para pessoas com deficiência, não espelham a realidade das suas necessidades.

Engajada em trabalhar para defender a participação mais activa das mulheres com deficiência, Naldi Veiga defende que os desafios são muitos, mas que a “vontade é ainda maior” para dar “voz e vez às mulheres com deficiência”.

A Associação Cabo-verdiana de Promoção e Inclusão das Mulheres Com Deficiência é constituída por 68 membros inscritos, com representação em alguns concelhos do País,

nomeadamente, em Santo Antão, onde a Câmara Municipal apoiou na implementação do gabinete da APIMUD.

A APIMUD foi criada a 17 de Julho de 2015, com o objectivo de promover e zelar pelo direito das mulheres com deficiência.

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