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Brasil/Pessoal da saúde leva presidente ao Tribunal Penal internacional


  28 Juillet      11        Politique (11187),

   

Bissau, 28 Jul 20 (ANG) – Profissionais da saúde brasileiros apresentam queixa no Tribunal Penal Internacional contra o presidente Jair Bolsonaro por crimes contra a humanidade na sua gestão da pandemia de Covid-19.
Mais de 86 000 pessoas morreram no gigante sul-americano, segundo país mais infectado do mundo, a seguir aos Estados Unidos.

São cerca de quarenta organizações representando mais de um milhão de profissionais da saúde do Brasil que levam o caso perante o TPI, Tribunal penal internacional.

Eles acusam o chefe de Estado de negar a gravidade da pandemia.

Márcio Monzane, secretário regional dos profissionais de saúde Uni Américas acusa Bolsonaro de ter feito campanha contra medidas sanitárias.

« O presidente Bolsonaro faz uma campanha permanente contra as medidas que são adoptadas de isolamento social, de protecção, de apoio aos grupes vulneráveis.

Tentou por mais do que uma vez impedir a ajuda emergencial, aos trabalhadores e às trabalhadoras que perderam os seus empregos”, afirmou.

O texto sublinha que de quatro meses a esta parte Jair Bolsonaro defende a retoma das actividades, contacta regularmente com multidões e promove a cloroquina, sem levar em consideração o parecer dos cientistas. Com esta queixa o pessoal da saúde espera chamar a atenção para a respectiva situação.

« Nós já temos mais de 500 trabalhadores do sector da saúde mortos por contágio do coronavírus. É um número bastante grande e assustador. As demandas são muito claras: eles falavam da falta de equipamento de protecção, da falta de máscara”, refere a missiva.

Finalmente os autores da queixa lembram que a seguir à demissão de dois ministros da saúde são doravante os militares que ocupam os cargos principais do ministério, sem experiência porém no domínio sanitário.

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