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Bubaque/Representante do Poder Tradicional preocupado com falta de meios para fiscalização marítima


  15 Septembre      10        Environnement/Eaux/Forêts (2188),

   

Bissau, 15 Set 20 (ANG) – O Representante do Poder Tradicional do sector de Bubaque Joãozinho Major Conó disse estar preocupado com falta de meios materiais para fiscalização marítima.

Em entrevista Exclusiva à ANG, em Bubaque, Joãozinho Major Conó justifica a sua preocupação com alegadas actividades de pesca ilegal na zona por desconhecidos, sem que as autoridades que fiscalizam o mar possam fazer algo, por falta de meios.

Por isso, pede a intervenção do governo no sentido de criar condições aos serviços de fiscalização para que possam desempenhar ou estar a altura de fiscalizar o mar com normalidade.

Por outro lado, nesta entrevista concedida à ANG, Joãozinho Conó lamentou o que se passa entre as autoridades ou seja diferentes instituições estatais e entidades privadas.

 “Aqui em Bubaque, muitas vezes, as autoridades se deparam com muitas dificuldades na  tomada de  decisões porque não têm condições de trabalho e recorrem o apoio da comunidade. Imagine, se houver naufrágio, as autoridades portuárias costumam pedir ajuda aos pescadores   ou aos brancos que estão no setor, para poder deslocar a fim de salvar as pessoas naufragadas. Pergunto, qual é a moral que as autoridade tem para aplicar  sanções à essas pessoas caso cometerem alguma infração?”, questionou Joãozinho Conó.

Informou que as autoridades policiais não têm condições  para fazer bem o seus trabalhos, e que as celas das prisões se encontram em péssimas condições, o que tem estado na origem de muitas solturas de pessoas que deveriam estar detidas.

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