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Cabo Verde deve focar numa estratégia voltada para juventude para atingir ODS em 2030 – Gilson Pina


  26 Août      5        Société (22806),

   

Cidade da Praia, 26 Ago (Inforpress) – O director nacional do Planeamento afirmou hoje que toda a estratégia que Cabo Verde precisa para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em 2030 tem que, automaticamente, estar relacionada com a população jovem.
Gilson Pina fez esta consideração na abertura do debate estratégico “Jovens e o futuro de Cabo Verde”, promovido pelo Ministério das Finanças, em parceria com o Instituto do Desporto e da Juventude, que acontece no âmbito dos preparativos para a realização do fórum “Cabo Verde: Ambição 2030”.
Em Cabo Verde, segundo referiu, a juventude corresponde a cerca de 37 por cento (%) da população total, na população activa, jovens com 15 a 34 anos, é de 49%, enquanto na percentagem dos empregados o valor ascende a 44% e a taxa dos desempregados é de 17%.
Esses dados, sublinhou, leva-os a focar na dinâmica da população jovem ao longo do horizonte 20/30. Isto porque, se hoje o País tem cerca de 201 mil jovens, em 2030 essa camada da população acaba por diminuir até cerca de 183 mil, o que significa que neste horizonte Cabo Verde perde a sua população jovem.
“Se a população jovem é a população dinâmica da população activa, de uma economia que mais contribuiu para a produção da economia, a estratégia agora tem que focar na potencialidade que a juventude pode dar hoje no processo de crescimento e desenvolvimento sustentável do País no horizonte de 20/30”, disse, acentuando que é preciso aproveitar hoje o processo de dividendo demográfico em Cabo Verde.
Neste sentido, afirmou que é preciso ter uma “estratégia clara” focada na juventude porque não se tiverem essa estratégia, se não aproveitarem das potencialidades que a juventude tem para o processo de crescimento e desenvolvimento sustentável do País, com certeza estão a falar de uma “estratégia falhada”.
Para além de terem esta estratégia, Gilson Pina afirmou que não basta só isso, mas sim é preciso que a juventude seja “mais dinâmica, saiam da caixa e não fiquem à espera que as coisas aconteçam” e que seja o Governo a delinear toda a estratégia que é preciso ser feito para que a juventude possa participar neste processo.
Por sua vez, o secretário de Estado Adjunto do ministro do Estado, Carlos Monteiro, ao fazer a abertura oficial do debate, considerou que todo os desafios e objectivos lançados só podem ser alcançados se através da educação conseguirem melhorar o perfil dos jovens cabo-verdianos.
É preciso ainda, ajuntou, conseguir dotar o jovem cabo-verdiano das ferramentas que hoje o mundo do trabalho exige, visto que o jovem de hoje e do futuro deve ser competitivo, não só a nível nacional, continental, como a nível global.
Para isso, apontou, é necessário apostar na qualidade da educação, garantir que todos tenham acesso à educação, introduzir línguas estrangeiras e cadeiras ligadas às tecnologias de informação e comunicação.
“Isso vai permitir o acesso universal das crianças e adolescentes ao ensino, vai permitir que saiam no final desse processo educativo com ferramentas que lhes permitam prosseguir com
os seus objectivos, quer seja a nível superior, quer seja a nível da formação profissional, do empreendedorismo para que realmente possam competir para além do mercado cabo-verdiano”, assegurou.
A formação contínua, acesso igualitário ao mercado do trabalho, garantir a protecção social ao longo da vida activa e na reforma, são outros pontos a levar em conta durante esse processo de novas exigências do mercado do trabalho no futuro.

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