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Cabo Verde já identificou este ano cerca de 140 mil ninhos de desovas de tartarugas marinhas, anunciou o ministro


  9 Septembre      9        Environnement/Eaux/Forêts (2102),

   

Cidade da Praia, 09 Set (Inforpress) – Cabo Verde já identificou este ano cerca de 140 mil ninhos de desovas de tartarugas marinhas, anunciou hoje o ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, considerando “boa a campanha” que se está a realizar.

Revelou que o Governo tem gasto anualmente cerca de sete mil contos apoiando as Organizações Não Governamentais (ONG) que se dedicam à preservação das tartarugas e para assinalar o empenho do executivo na protecção dessas espécies marinhas visitou esta quarta-feira a praia de São Francisco, no município da Praia, onde foi construído um viveiro para a translocação de ninhos em risco.

Fez saber que nos próximos anos o executivo vai “reforçar a verba destinada” a apoiar as ONG que lutam pela preservação das tartarugas, além de definir um “quadro muito claro” sobre como deve acontecer a parceria com estas entidades não-governamentais.

“O mais importante da nossa visita [à praia de São Francisco] é ajudar a sensibilizar a população cabo-verdiana para a causa da preservação das tartarugas marinhas”, indicou Gilberto Silva, acrescentando que Cabo Verde figura entre os países do mundo considerados “paraísos da desova das tartarugas marinhas”.

Segundo ele, este facto tem uma “enorme importância” não só do ponto de vista ecológico na preservação da espécie, mas também da “promoção” de Cabo Verde para ser mais visitado por eco-turistas e, consequentemente, o próprio desenvolvimento do País.

Na perspectiva do ministro, as tartarugas constituem “muito mais-valia”, enquanto atracção turística do que como alimento para as pessoas.

Assim, lançou um apelo no sentido de as pessoas evitarem “caçar e consumir” a carne de tartarugas marinhas.

“É preciso preservarmos esta e outras espécies na nossa natureza”, exortou o ministro.

Instado sobre informações segundo as quais a pandemia da covid-19 tem facilitado a apanha das tartarugas durante a desova, disse “lamentar a situação”.

“Com a redução da monitorização, acreditamos que alguém terá aproveitado para fazer a caça ilegal das tartarugas”, reconheceu Gilberto Silva que convida a população a denunciar situações de consumo da carne e ovos deste animal marinho.

Deseja que o arquipélago seja transformado num país que não consome as tartarugas e as conserva a “bem da humanidade”.

Perguntado se as actuais penas para os infractores não podiam ser agravadas, afirmou que não, defendendo um “trabalho de sensibilização” junto das pessoas, até que um dia a defesa das tartarugas passe a ser uma cultura.

Do seu ponto de vista, as Forças Armadas e a Polícia Nacional têm feito um “trabalho meritório” no domínio do monitoramento das tartarugas e aves marinhas no país.

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