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Câmara do Turismo preocupada com a questão da segurança sanitária no País


  19 Janvier      30        Economie (11165),

   

Espargos, 19 Jan. (Inforpress) – O presidente da Câmara do Turismo de Cabo Verde, Gualberto do Rosário, manifesta-se preocupado com a questão da segurança sanitária no País, asseverando que os problemas a esse nível são anteriores à pandemia da covid-19.

Gualberto do Rosário fez essas declarações durante um encontro com os empresários locais, num dos hotéis da cidade turística de Santa Maria, com a presença do vice-primeiro-ministro e ministros das Finanças, Olavo Correia.

“Preocupamos a questão da confiança sanitária. A covid-19 só colocou acuidade no problema, mostrou que, de facto, é importante…apanhou-nos desprevenidos. Mas os problemas de segurança sanitária, e sobretudo para o turismo, existem, são muitos, e não se circunscrevem apenas à covid”, reiterou.

Fazendo essa leitura, questiona se os nossos hospitais e os sistemas de saúde, os bombeiros, estão preparados para fazer face, por exemplo, a uma importação de ébola, se há equipamento adequado e havido formação específica nestas matérias, se há viaturas para emergências médico-sanitárias, entre outras preocupações.

Gualberto do Rosários diz que a Câmara do Turismo, enquanto parceiro social, “sempre esteve e continuará disponível” para dialogar com o Governo nesta e noutras matérias.

“Nesta reflexão, a questão das emergências sanitárias e da confiança sanitária, é um tema da maior importância”, referiu, acautelando que enquanto não se estabelecer a confiança sanitária, mais concretamente na ilha do Sal, que inclui “necessariamente” a vacina, não “vai haver turismo”.

“Dentro de pouco tempo, a Europa, que é o nosso centro emissor, estará vacinada. Uma vez a Europa vacinada vão exigir que o País de destino responda à vacinação, e vão exigir que o transporte exija também a vacina”, prognosticou, ponderando que quando isto acontecer se o País não tiver a população vacinada não vai ter turismo nem a população vai conseguir viajar de Cabo Verde.

“Para nós, é uma prioridade, é quase emergencial dizer que temos que vacinar a nossa população”, advertiu, acolhendo com satisfação a informação do vice-primeiro-ministro de que está-se a preparar um plano de vacinação, o qual deverá ser executado num “curto espaço de tempo”.

Admitindo que muita coisa tem sido feita, sobretudo no domínio da saúde, Gualberto do Rosário diz que é preciso continuar a aprofundar o “trabalho de casa” que envolve, conforme acrescentou, “muitas outras dimensões”.

SC/JMV

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