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Caso Aristides Gomes/PAIGC considera intervenção de Nações Unidas um “reconhecimento dos Direitos, Liberdades e garantias dos cidadãos”


  16 Février      13        Politique (15377),

   

Bissau, 16 Fev 21 (ANG)- O Partido Africano para Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) considerou a intervenção das Nações Unidas e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) uma solidariedade e reconhecimento dos Direitos, Liberdades e garantias dos cidadãos na base da justiça e de afirmação de um Estado de Direito Democrático.

A informação consta num comunicado do PAIGC à que a ANG teve acesso hoje, produzido para agradecer o gesto de solidariedade demostrado pelas Nações Unidas e CEDEAO no caso de Aristides Gomes que passou 11 meses de refúgio nas instalações da UNIGBIS, na Guiné-Bissau.
“O gesto das Nações Unidas e CEDEAO no caso de Aristides Gomes permitiu a restituição da plena liberdade a um servidor público que vinha sendo ameaçado pelas autoridades autoimpostas no país”, refere o documento.

Aristides Gomes foi autorizado dia 12 a pelo MP a deixar o pais por requerimento dos seus advogados que invocaram questões de saúde.

Segundo o comuni
cado do PAIGC, Aristides Gomes seguiu para França para se juntar a sua família.

No documento o PAIGC diz que ex-primeiro-ministro refugiou por recomendação das Nações Unidas e da então forças da ECOMIB estacionadas no país, na sequência da análise do risco da sua segurança.

Na nota, o PAIGC diz congratular-se com a determinação demonstrada por Aristides Gomes “em não ter negociado nem aceite quaisquer restrições ao seu estatuto de cidadão livre, e a vontade expressa de regressar tão prontamente quando possível para junto do seu povo prosseguir a luta conjunta pela reposição da verdade e a construção da justiça para todos”.

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