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Caso Catchura/Dois médicos detidos pela Policia Judiciária serão hoje apresentados ao Ministério Público


  4 Février      16        Justice (1061),

   

Bissau, 04 fev 21 (ANG) – Os dois médicos detidos pela Policia judiciaria, na sequência da morte do jurista Bernardo Catchura serão esta quinta-feira apresentados ao Ministério Público.

A informação foi avançada a Agência de Notícias da Guiné (ANG) pelo gabinete de comunicação da PJ guineense.

Segundo a Lusa que cita fonte judicial, a Polícia Judiciária (PJ) guineense deteve quarta-feira « para mais averiguações » dois médicos que atenderam o antigo presidente do Movimento dos Cidadãos Inconformados (MCCI), Bernardo Catchura, que faleceu na passada sexta-feira.

De acordo com a fonte, a PJ da Guiné-Bissau deu ordens de prisão aos médicos Arlindo Quadé, do hospital nacional Simão Mendes, e Lassana Ntchassó, dono de uma clínica privada onde Bernardo Catchura acabou por morrer, aos 39 anos.

A fonte judicial indicou à Lusa que a PJ concluiu « de forma preliminar » que Catchura, um conhecido ativista social, advogado e músico, morreu devido « a uma suposta negligência médica ».

Da acareação feita aos dois médicos, a PJ apurou que Bernardo Catchura saiu do Hospital Militar de Bissau, onde lhe foi diagnosticado que estava com uma oclusão intestinal, com uma guia de urgência médica a sugerir que fosse imediatamente submetido a uma intervenção cirúrgica.

O médico no serviço de urgência no dia em que o ativista chegou ao Simão Mendes, Arlindo Quadé, explicou, em conferência de imprensa na segunda-feira, que ao constatar que havia alguns doentes à espera de serem atendidos, Bernardo Catchura preferiu ir para uma clínica.

Acabou por falecer na clínica de Lassana Ntchassó.

Fonte da PJ assinalou que os dois médicos deverão ser entregues ao Ministério Público para a efetivação ou não da sua prisão.

Arlindo Quadé e Lassana Ntchassó foram conduzidos da sede da PJ, no centro de Bissau, para as celas da mesma corporação situadas no bairro de Reno.

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