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Centro de comando de São Vicente vai resolver “problemas sérios” de operacionalidade – Paulo Rocha


  1 Décembre      8        Société (27487),

   

Praia, 01 Dez (Inforpress) – O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, garantiu, no Mindelo, que o Centro de Comando da Polícia Nacional em São Vicente, inaugurado na tarde de hoje, vai resolver “problemas sérios” de operacionalidade.
Considerando um “momento ímpar” para todos, o ministro, que discursava durante o acto de inauguração, sublinhou que se pensou e se desenhou este projecto para São Vicente “apropriando-se de um dos mais modernos conceitos, que existe a nível de segurança no mundo”.
Um projecto de segurança, segundo a mesma fonte, “verdadeiramente ambicioso” que vai “resolver problemas sérios de operacionalidade”.
“Este objectivo apresenta-se centrado na dissuasão de comportamentos anti-sociais, do cometimento do crime e da antecipação das ocorrências, conferindo rapidez e eficácia na resposta, visando tornar a sociedade mais segura, pacífica e ordeira”, classificou.
Conforme explicou Paulo Rocha, o centro possui uma sala de comando e controlo equipada com tecnologia de “alta complexidade, pioneira no País”, para onde convergem as imagens captadas pelas câmaras de vídeo-vigilância e que podem ser armazenadas até 30 dias.
Assim também no centro, convergem as comunicações inter-operacionais, que permitem aos presentes na sala saber onde estão os meios operacionais e as câmaras de vídeo-vigilância de forma a “gerir melhor” os meios no terreno e as chamadas de emergência dos cidadãos.
Para além disso, o centro abriga uma sala de gestão de crise, onde pode ocorrer reuniões de coordenação de crises “mais complexas, que demandam decisões rápidas e eficazes”, completou.
As câmaras colocadas no espaço urbano, di-lo Paulo Rocha, não servem apenas para detectar e antecipar crimes, mas associadas à uma “actuação concertada e integrada”, servem para fins de utilidade para diversos serviços.
“Os efectivos contribuem diariamente para solucionar dificuldades encontradas pelos cidadãos no seu dia-a-dia, desde acidentes ou controlo do trânsito às questões de saneamento, por exemplo”, elucidou, garantindo que isso só é possível graças ao trabalho de “profissionais bem treinados”, que tiveram formação em duas vertentes, parte técnica e tecnológica e de gestão operacional de incidentes.
O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, que presidiu a cerimónia, considerou, por seu lado, que todo o centro é um “investimento determinante, relativamente à forma como se operou até agora e que se deve operar a partir desta”.
“Colocamos tecnologia do mais alto nível, moderna, ao serviço da segurança dos cidadãos, do património e do apoio à paz social, que todos nós devemos preservar cada vez mais”, sublinhou o chefe do executivo, para quem o projecto tem um impacto “muito positivo” no dia-a-dia e que foi comprovado com o sistema colocado na cidade da Praia há mais de um ano.
“Permitem detectar, prever, prevenir, persuadir e agir com factos e provas quando for necessário ir para a parte judicial”, disse Ulisses Correia e Silva, adiantando que a protecção de dados e a privacidade está garantida pela lei, podendo os cidadãos ficar “tranquilos”.
No evento discursou ainda o presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, para quem o projecto Cidade Segura se assume como uma “marca urbana de qualidade extraordinária”, cujo objectivo principal é “reforçar o sentimento de segurança e de pertença”.
O projecto Cidade Segura, financiado pelo Governo chinês, destina-se às ilhas como São Vicente, Santiago, Sal e Boa Vista, sendo que o orçamento para São Vicente atingiu cerca de 505 milhões de escudos.
Foi desenvolvido, conforme informações do Governo, com o intuito de dotar os principais centros urbanos do país de uma estrutura de segurança pública que permite abordar as questões securitárias numa óptica preventiva e reactiva, com maior eficiência e eficácia, de modo a contribuir para a segurança pública, responder atempadamente a emergências, diligências policiais e controlo da circulação de transportes.

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