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Consultora diz que Cabo Verde deve gerir melhor o sector florestal para aceder ao fundo de desenvolvimento sustentável


  3 Novembre      13        Environnement/Eaux/Forêts (2286),

   

Cidade da Praia, 03 Nov (Inforpress) – A consultora do projecto REFLOR-CV afirmou que Cabo Verde deve gerir melhor o seu sector florestal para a melhoria da qualidade de vida das populações, e permitir ao País aceder ao fundo de desenvolvimento sustentável.
A afirmação foi feita pela consultora para as alterações climáticas e planos de gestão florestal do projecto REFLOR-CV, Maria Vasconcelos, segunda-feira, à margem do ateliê de formação sobre o sistema de monitorização da vegetação Openforis/Collect-Earth, que decorre de 02 a 06 deste mês, na Cidade da Praia, através da plataforma Zoom.
Entretanto, explicou que para aceder a esses fluxos financeiros, o País tem que cumprir com os compromissos assumido no Acordo de Paris e os relatórios sobre gases de efeito de estufa tem de estar em conformidade com os critérios internacionais.
Segundo avançou, as instituições nacionais tem que estar capacitadas para que os métodos de monitorização sejam aqueles que são aceites a nível internacional, permitindo assim ao arquipélago contribuir para o Acordo de Paris, mas também que venha ter acesso ao fundo relevantes de desenvolvimento limpo como o caso o Fundo Verde do Clima.
Assegurou que a formação vai fornecer aos formandos capacidades para desenvolverem um sistema de monitorização da vegetação florestal e do sector agrícola de uma forma compatível com os requisitos internacionais.
A ideia, segundo a consultora, é que haja uma monitorização do coberto vegetal em Cabo Verde e que permita reportar a nível internacional qual vai ser o desempenho do País no que concerne a gestão sustentável dessas áreas e a capacidade de conseguir contribuir para a mitigação dos efeitos das alterações climáticas e para adaptação as alterações climáticas.
Segundo a consultora, o País tem de cumprir com os compromissos, gerir melhor o seu sector florestal para a melhoria da qualidade de vida das populações e ao mesmo tempo tenha acesso ao fluxo de financiamento disponível.

“Nós temos que conseguir que Cabo Verde entre neste fluxos financeiros para poder aproveitar e desenvolver o país de uma maneira limpa sustentável de baixo carbono e que contraria a degradação das terras”, sublinhou.
A formação faz parte do segundo de uma série de oito ateliês de capacitação institucional implementados no quadro do projecto “Reforço da Capacidade de Adaptação e Resiliência no sector Florestal em Cabo Verde” (REFLOR-CV).
REFLOR-CV é um projecto do Ministério da Agricultura e Ambiente, financiado pela União Europeia e em execução pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e está a ser implementado em Santiago, Fogo e Boa Vista, e prevê intervir numa área de (re)florestação de mais de cerca de 800 hectares nas três ilhas.

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