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Coordenador do Programa Nacional da Educação Ambiental enaltece política nacional de protecção do sector


  5 Juin      31        Développement durable (3820),

   

Bissau,05 Jun 2017 (ANG) – O Coordenador do Programa Nacional da Educação Ambiental, da União Nacional de Conservação da Natureza considerou hoje de benéfica a política nacional de protecção do meio ambiente.

Jean Louis Sanca, em declarações exclusivas à ANG, no âmbito do Dia Mundial do Ambiente que se assinala hoje, reconheceu os esforços que as autoridades têm vindo a fazer neste sector, apesar das dificuldades técnicas e financeiras, salientando que o efeméride serve para reflexão sobre as políticas de desenvolvimento adoptadas.

Disse que a data é muito importante para o mundo e em particular aos guineenses que trabalharam e que devem continuar a trabalhar para contribuir para a preservação do meio ambiente e sobretudo o ecossistema do país, bem como na promoção de uma política de desenvolvimento equilibrado como forma de garantir uma vida saudável entre gerações.

Jean Sanca reconhece a existência de boas políticas de conservação da natureza mas disse que ela está confrontada com grandes desafios, entre os quais a necessidade da sobrevivência da comunidade e do próprio Estado disponibilizar meios financeiros para o seu funcionamento.

Acrescenta que é preciso sensibilizar a comunidade, mostrando-lhes que podem usufruir dos recursos naturais sem qualquer danos ambientais.

A titulo de exemplo, aquele responsável sublinhou que é possível pescar e fumar peixe bem como extrair sal para a cozinha sem cortes de mangais, acrescentando que é possível ainda fazer a lavoura sem a desmatação.

Explicou que é possível que as populações fumem peixes sem usar os mangais mas sim através de fogões melhorados.

Por outro lado, o coordenador do Programa Nacional de Educação Ambiental lamentou a saída do Estados Unidos do Acordo de Paris que prevê a redução do dióxido de carbono ao longo prazo até 2 graus centígrados.

Relacionou as consequências de alterações climáticas com o aumento do nível da água do mar, da erosão, das chuvas torrenciais e das secas em algumas zonas do planeta.

« O mais preocupante é que os países africanos é que sofrem mais com alterações climáticas, e um dos pontos do Acordo de Paris é a criação de fundo de compensação aos países não poluidores », destacou Jean Louis Sanca. ANG/LPG/ÂC/SG

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