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Covid-19: Ordem dos Médicos pede união para “resposta adequada” à situação epidémica


  18 Janvier      13        Santé (9429),

   

Mindelo, 18 Jan (Inforpress) – O bastonário da Ordem dos Médicos de Cabo Verde pediu, no Mindelo, a união dos médicos, no reforço da sua organização profissional, dos cidadãos e do Ministério da Saúde para se dar uma “resposta adequada” à covid-19 no País.

Conforme Danielson Veiga, que falava no acto das comemorações do Dia do Médico Cabo-verdiano e dos 23 anos da criação da Ordem dos Médicos de Cabo Verde (OMC), cada um deve dar o seu contributo na sua área de especialidade e de assistência profissional, para que se possa “controlar de vez” o surto da covid-19.

“Neste momento, quero crer que os cabo-verdianos depositam toda a sua confiança em nós e esperam de nós soluções para que o País ultrapasse esta situação”, frisou o médico, que disse “não ter dúvidas” sobre a “dimensão da capacidade” dos médicos cabo-verdianos em fazer Cabo Verde um País “competitivo” na área da saúde na região africana.

Para Danielson Veiga “os indicadores de saúde” do País incentivam a fazer “mais e melhor”, a “reforçar a união da classe” e a promoção do mérito e da competência.

O mesmo sustentou que a diáspora médica cabo-verdiana é “vasta, diferenciada e capacitada e está disponível”, pelo que é “um trunfo que não se pode desperdiçar”.

Para o ministro da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário, não se pode deixar de reconhecer que 2020 será para sempre lembrado como um ano especial na medicina.

Isto, explicou, por causa da “angústia de enfrentar um inimigo ainda hoje não totalmente conhecido” e também por acentuar a humanidade de cada um diante de situações de crise, stress e perdas inevitáveis”.

“A pandemia trouxe medos e incertezas, mas os médicos aproximaram-se ainda mais dos pacientes e seus familiares. Com sua lealdade e transparência, estiveram e permaneceram ao lado de cada um deles, cujos cuidados vitais estavam em suas mãos, honrando as palavras sagradas de patrono da medicina, Hipócrates”, sentenciou o ministro lembrando outras classes profissionais que “estiveram e permanecem na linha de frente desta guerra”.

Por sua vez, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, afiançou que o combate contra a covid-19 continua, particularmente em São Vicente onde o ritmo de transmissão “continua elevado”.

Segundo o chefe do Governo, é preciso reforçar a adopção de comportamentos responsáveis por parte dos cidadãos porque “ainda não é o momento de baixar a guarda”.

“Relaxar na aplicação das medidas de prevenção, é um convite para o aumento de casos de infecção”, afirmou Ulisses Correia e Silva, que considerou que “nunca como agora, a saúde e a economia estiveram com uma ligação tão forte”.

Por isso, acrescentou que este “bom combate contra a covid-19 é um combate pela economia, pelo emprego e pelo rendimento”.

A cerimónia contou ainda com intervenções do delegado de Saúde de São Vicente, Elísio Silva, do médico cabo-verdiano residente dos Estados Unidos Júlio Teixeira, e do juiz desembargador do Tribunal da Relação do Barlavento, Simão Santos.

Também intervieram o médico cabo-verdiano residente em Portugal Frederico Sanches e ainda do bastonário da Ordem dos Médicos em Portugal, Miguel Guimarães.

O acto serviu, igualmente, para o lançamento da 26 edição da Revista da Ordem dos Médicos de Cabo Verde (OMC), para a reedição do prémio de investigação Judith Lima, que vai premiar os melhores trabalhos médicos da área científica publicados, durante este ano, na revista.

O melhor trabalho receberá um prémio de 500 mil escudos.

Foram ainda distinguidos quatro médicos, Joana Freitas, Nilde Soulé, Mário Hernandes e Victor Hugo Rodriguez que foram para reforma em 2020.

CD/AA

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