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Covid-19/Brava: Empresárias da marca Kryolarte aproveitam período de pandemia para produzir e inovar peças


  11 Août      12        Santé (7480),

   

Nova Sintra – A marca Kryolarte é uma sociedade entre duas irmãs bravenses, hoje ambas residentes em Portugal, que aproveitaram o confinamento devido à pandemia do covid-19 para divulgarem os seus produtos e renovar o stock.
A Inforpress contactou as empresárias da marca, Patrícia Martins, 31 anos, antes residente na cidade da Praia, mas acabou por viajar para Portugal, ao encontro da sua irmã Cândida Martins, 33 anos, para saber como é que estão a fazer face à pandemia, tendo em conta que a marca já tem um alcance além-fronteira.
De acordo com as mesmas, sempre conviveram com a costura e a arte em casa, porque a mãe e outros familiares trabalham nesta área e sempre o sonho delas era “criar algo diferente” e nem mesmo a distância Cabo Verde – Portugal impediu-lhes de realizar esse sonho.
Patrícia Martins já foi para Portugal, onde as duas produzem os produtos e adquiriram algumas máquinas como de costura e estampagem para dar “mais atenção aos pedidos e produtos comercializados”.
Estas duas irmãs sublinharam que agora a marca é mais conhecida, tendo participado em vários programas para a divulgação dos trabalhos, sem se falar do “aumento da experiência”.
Durante o período de confinamento, as jovens empresárias realçaram que aproveitaram para dar mais atenção às redes sociais da empresa, onde conseguiram vender muitas máscaras.
“Fizemos e vendemos grande quantidade de máscaras. Viramos noites a confeccionar para podermos dar resposta a tantas solicitações tanto na Europa como nos Estados Unidos da América”, disseram radiantes.
Além das máscaras, aproveitaram para confeccionar peças novas, que serviram para a reabertura da loja, como peças para o inverno, bolsas, cintos e algumas roupas novas.
A esta altura, as irmãs garantem que a empresa “cresceu” e que os produtos já estão um pouco por quase todo o mundo.
Entretanto, avançaram que neste momento já estão a sentir os impactos negativos causados pela covid-19 devido ao “fraco movimento e fraco poder de compra”.
Sobre próximos planos, as empresárias disseram que nesta altura está sendo um pouco difícil fazer grandes planos.
“Este ano tinha tudo para ser perfeito caso não fosse esta pandemia. Mas mesmo assim vamos continuar a apostar na divulgação e criação de peças novas”, realçaram as jovens, acrescentando que vão continuar a aprender e melhorar as técnicas.
Para finalizar, agradecem às clientes que sempre acreditaram e acompanham os seus trabalhos e pedem aos jovens que estão na luta como elas que acreditem e que façam um trabalho com muito amor para vencerem no final.

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