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Covid-19/Escolas continuam em dificuldades para cumprimento de medidas de prevenção


  15 Octobre      9        Education (3679),

   

Bissau, 15 out 20 (ANG) – Algumas escolas públicas e privadas ainda se deparam  com  dificuldades para o cumprimento das medidas sanitárias e de distanciamento físico recomendadas pelo Alto Comissariado de luta contra covid-19.

Numa visita feita pelo repórter da Agência de Notícias da Guiné, à  alguns estabelecimentos de ensino para se verificar  se as medidas sanitárias estão a ser cumpridas, sobretudo o uso obrigatório da máscara de proteção facial, constatou-se o incumprimento das recomendações sanitárias, não só da parte dos alunos como da parte dos professores.

Por exemplo, nas escolas da capital, nomeadamente, São Francisco de Assis e Semear ambos em Antula, 22 de Novembro, em Cupelum de Baixo, Liceu Nacional Kwame N´krumah, Agostinho Neto, Salvador Allende e Rui Barcelos da Cunha, os alunos continuam a sentar-se  dois numa carteira.

Confrontados com a situação, os responsáveis das escolas São Francisco de Assis,  Kwame N´krumah, Agostinho Neto, Salvador Allende, Rui Barcelos da Cunha e de Semear foram unânimes em afirmar que estão a tentar no máximo  cumprir com as orientações dadas pelo Ministério da Educação, através do Alto Comissariado de luta contra  covid-19 relativamente as medidas de prevenção de pandemia.

O sub-director da escola de São Francisco de Assis, Bigna Na Daté e de Semear, Fernando Embana partilharam a mesma opinião, alegando que não é fácil um aluno manter com máscara durante todo o tempo, de aulas mas que, com envolvimento dos professores, as medidas estão a ser cumpridas de uma forma significativa.

Bigna Na Daté  contou que antes do inicio das aulas a direcção da escola  falou com todos os professores sobre a necessidade de utilizarem as máscaras para que os alunos possam as usar igualmente.

Na Daté disse que não é permitida a entrada de alunos no recinto da escola sem máscara e aos professores  também, acrescentabdo que, o professor é que deve dar  exemplo para depois estar em condições de exigir ao aluno.

O Director da escola privada Semear, Fernando Embana revelou ter sensibilizado os alunos sobre as razões do uso da máscara na escola e a partir daí passaram usá-la sem necessidade de recorrer a força.

“Como vê, logo na entrada temos um recepiente e outro no interior da escola para lavagem das mãos”, indicou o director da escola.

No  portão de acesso ao interior do Liceu Nacional  Kwame N´krumah não se encontrava nenhum recipiente com  água para lavagem das mãos, contrariamente à outras escolas visitadas aonde são colocados baiões de água para lavar as mãos , uma obrigação para qualquer pessoa que pretende entrar nestes estabelecimentos de ensino.

 Confrontado com a situação o director do Kuame Nkrumah, Idrissa Cassamá diigenciou de imediato a colocação de um recipiente de água com lixivia para se colocar à entrada do liceu.

Relativamente a falta de lâmpadas em algumas salas de aulas, Idrissa Cassamá garantiu resolver a situação brevemente, revelando que falta 23 lâmpadas para colocar e permitir que os alunos e professores tenham visibilidade completa durante a noite.

O director geral da escola do ensino basico unificado Salvador Allende Tiago Campos Rodrigues exortou os pais e encarregados da educação no sentido de mandarem os seus  educandos para a escola, porque as aulas estão a funcionar.

O mesmo apelo foi feito pelo director de Rui Barcelos da Cunho Horácio Lourenço Pai Mendes.

Os directores das escolas públicas lamentaram os atrasos na confirmção de matricula dos alunos.

Entretanto, a director da escola de ensino basico unificado “22 de Novembro” Djamila Lopes recusou autorizar a visita, alegando não receber uma autorização do Ministro da Educação Nacional para o efeito.

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