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Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV) refuta as acusações dos antigos presidentes da instituição


  23 Octobre      27        Politique (13115),

   

Cidade da Praia, 23 Out (Inforpress) – O presidente da CVCV, Arlindo de Carvalho, refutou hoje as acusações dos antigos presidentes, sobre a contestação das novas políticas da organização, afirmando que nenhum voluntário é pago na instituição, contrariamente à acusação.
Em conferência de imprensa esta sexta-feira, na Cidade da Praia, o presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde explicou que, “o que se fez é disciplinar o funcionamento dos serviços”.
Arlindo de Carvalho que fez uso do direito de resposta diante das acusações proferidas pelos antigos presidentes da instituição, foi peremptório ao afirmar que “nenhum voluntário é pago”, admitindo que o que foi feito “é disciplinar o funcionamento de diversos serviços e algumas regalias que existiam”.
“Ao contrário do que querem insinuar, nós mobilizamos incentivos e vamos continuar a mobilizá-los para os voluntários”, retorquiu o presidente da Cruz Vermelha salientando que os voluntários têm acesso a condições especiais aos serviços da banca de Cabo Verde, aos cuidados e consultas médicas, condições favoráveis em matéria de seguro e educação.
A nível das parcerias nacionais e internacionais, os voluntários podem também fazer consultas no exterior, realçou Arlindo de Carvalho avançando que é esse o “ganho” da direcção que preside, fruto das parcerias e protocolos estabelecidos a nível nacional e internacional.
O responsável enfatizou ainda que a CVCV “cresceu” com este mandato em média de 10%, quer em termos patrimoniais e quer em termos de recursos financeiros.
“A Cruz Vermelha cresceu apesar de todas as heranças pouco simpáticas que encontramos nesta casa”, disse destacando que conseguiram, junto do Governo, resolver uma questão de fundo que era dar a garantia jurídica aos jogos sociais da CVCV, sem “gastar um centavo”.
Arlindo de Carvalho, destacou, por outro lado, que encontraram a loteria nacional numa situação “caótica” e que nem sequer conseguia pagar suas despesas, e com este mandato os jogos cresceram em média 9.8%, de acordo com os últimos dados.
“Tivemos que fechar contas da direcção anterior. Curioso, é que estas contas foram levadas à assembleia quando nem se quer existiam. Disseram que não havia nenhuma dívida na Cruz Vermelha. Pelo contrário, herdamos uma dívida de mais de 300 e tal mil contos”, asseverou Arlindo de Carvalho.
Entretanto, em jeito de crítica, Arlindo de Carvalho sugeriu que os antigos presidentes deveriam dirigir-se à CVCV em vez de irem à presidência, pois, na Cruz Vermelha teriam acesso a todos os dossiês, frisou, reiterando que todas as decisões da instituição são tomadas em conjunto, “mas querem colocar foco no presidente”.
Durante toda esta crise que grassa o País, a Cruz Vermelha conseguiu garantir “todos os seus compromissos” pelo que a instituição está “blindada” em matéria financeira, enfatizou Arlindo de Carvalho, atribuindo a mesma tranquilidade à questão da segurança patrimonial, pelo que, sublinhou, “estranha e lamenta a atitude dos antigos presidentes”.

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