APS LE COUVRE-FEU MAINTENU À DAKAR ET THIÈS APS PROMULGATION DE LA LOI SUR LA GESTION DES CATASTROPHES NATURELLES OU SANITAIRES GNA Security agencies must be resolute in enforcing COVID-19- Peace Council GNA Kotoko to adopt Southampton’s structural setup GNA Dwarfs/Kotoko league game fixed for Wednesday, January 20 ANP Environ 31,4 millions de personnes ont besoin d’une aide humanitaire dans le Sahel (OCHA) ANP Parlement de la CEDEAO : vers une élection au suffrage universel direct des députés communautaires AIP Côte d’Ivoire-AIP/ Le nouveau club de fitness de Kouto démarre ses activités AIP Côte d’Ivoire-AIP/ L’ONG internationale IST lance une vaste campagne de sensibilisation sur le COVID-19 à San-Pedro AIP Côte d’Ivoire-AIP/ Lancement d’Africa santé expo 2021, jeudi

Cumprimentos do ano novo/ »Quase toda a sociedade guineense considera a justiça de corrupta”, diz o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça


  12 Janvier      10        Société (27427),

   

Bissau, 12 Jan 21 (ANG) – O Presidente de Supremo Tribunal de Justiça  (STJ), Paulo Sanhá, disse hoje que quase toda a sociedade guineense considera a justiça de corrupta, criadora ou facilitadora de impunidade e outros males.

Paulo Sanhá, que falava em nome do poder judicial e das instituições da justiça nacional, na tradicional cerimónia de cumprimentos do ano novo deste setor  ao Presidente da Republica, Umaro Sissoco Embaló, disse que, a dificuldade económica e financeira do país continua a refletir no Poder Judicial, acrescentando que, o combate à impunidade,  corrupção e outros males vão ser só uma “mera fantasia”.

Para Sanhá  a cultura da impunidade que se pretende ver combatida no país deve iniciar no próprio setor da justiça, onde é mais visível e forte.

De acordo com o Presidente de STJ, os tribunais são peças indispensáveis na construção do Estado do Direito Democrático e as suas decisões não devem ser vistas como afronta aos demais poderes soberanos, mas sim, como a garantia de defesa dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Paulo Sanhá apelou ao setor judicial do pais para aproveitar esta ocasião de cumprimentos do ano novo ao Chefe de Estado para propor um diálogo sério e franco sobre a justiça que deve estar ao serviço de todos por igual, em tempo razoável e com qualidade.

No ato, o poder judicial e as instituições judiciais foram representados pelo Presidente do Supremo Tribunal e seis juízes
conselheiros, nomeadamente, o Presidente de Tribunal de Contas, o seu vice-presidente e os seus quatro juízes conselheiros, o Procurador-geral da República e a sua Vice e quatro Procuradores adjuntos.

Dans la même catégorie