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Despachante oficial do Presidente da República detido por corrupção e associação criminosa


  7 Décembre      30        Société (44399),

   

Bissau,07 Dez 17(ANG) – A Polícia Judiciária (PJ) deteve, no passado dia 04 de dezembro, o despachante oficial da empresa Jomav, Saido Camará, por alegada prática de fraude fiscal, abuso de confiança, corrupção, falsificação de documentos e associação criminosa.

No âmbito de uma operação intitulado « Máximo Divisor Comum », a PJ tinha detido quatro indivíduos sobre a mesma prática em que, segundo a PJ guineense, o Estado guineense teria sido lesado em quase dois mil milhões de francos Cfa.

As quatro pessoas detidas no passado 23 de novembro já foram ouvidas pelo Juiz de Instrução Criminal que pronunciou a prisão preventiva, enquanto aguardam a evolução do processo.

Entretanto, sobre a detenção daquele que terá sido um despachante próximo do Presidente da República, José Mário Vaz, o Procurador-Geral da República, Bacari Biai garantiu que o Ministério Publico guineense está a trabalhar com a « total imparcialidade e isenção » para o cumprimento da legalidade no país.

Numa entrevista exclusiva à rádio Capital FM em Bissau, Bacari Biai garantiu que « se não fossem os obstáculos constitucionais » e « se o Ministério Público tivesse um indício de crime contra Presidente JOMAV » o chefe de Estado seria investigado.

Para Bacari Biai, o despachante oficial Saido Camará « não é o Presidente da República » mas apenas « um simples despachante », acrescentando que, se existirem relações entre este e José Mário Vaz, isso não impede que os   indícios contra o despachante seja investigado. « É o que está acontecer », disse Bacari Biai.

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