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Diplomacia/Governo enaltece contribuição da UNIOGBIS para a Paz


  11 Décembre      19        Politique (14326),

   

Bissau, 11 dez 20 (ANG) – O Governo, através da ministra dos Negócios Estanheiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, Suzi Barbosa enalteceu a contributo dado pela UNIOGBIS para a paz, consolidação do Estado do Direito e o respeito pelos direitos humanos, assim como a melhoria da governação democrática na Guiné-Bissau.

Suzi Barbosa presidia a cerimónia de encerramento oficial da Missão Politica das Nações Unidas no país, denominada UNIOGBIS, instalada no país na sequência da crise política ocorrida após o conflito militar de 1998/1999, para apoiar o processo de estabilização e democratização do país, num contexto de crise de confiança entre os actores políticos nacionais.

A governante disse que a criação em março de 1999 e o seu desdobramento em junho do mesmo ano, essa missão politica das Nações Unidas, se reveste na necessidade de a Guiné-Bissau recorrer aos parceiros e neste caso a ONU para acompanhar as autoridades nos seus esforços tendentes a encontrar o caminho da paz e da reconciliação nacional.

“Após 20 anos, o Conselho de Segurança das Nações Unidas em 2010, decidiu redefinir o mandato e a reconfiguração da missão no sentido de assegurar uma grande integração de uma eficácia de governo, e constatou que é a altura da Guiné-Bissau começar a andar com os seus próprios pés acompanhado pelos seus parceiros”, afirmou.

A governante disse esperar que os diferentes membros que se sucederam no exercício das funções tenham compreendido a aspiração profundas do povo guineense em ter a paz e desenvolvimento.

A Representante Especial das Nações Unidas na Guiné-Bissau e chefe da missão, Rosine Sori-Coulibaly disse que a cerimónia de encerramento da UNIOGBIS não significa a saída da ONU no país, acrescentando que, na realidade simboliza a transição, a reconfiguração e o reposicionamento do seu envolvimento.

Afirmou que “a paz nunca é uma conquista perfeita”, e que é por isso que é fundamental que as Nações Unidas e os seus parceiros continuem a apoiar os actores nacionais da Guiné-Bissau, na realização das reformas e mudanças necessárias para garantir a estabilidade e o desenvolvimento sustentável do país.

Acrescentou que isso irá permitir o país reduzir gradualmente a dependência da comunidade internacional e criar um ambiente político para o diálogo entre os principais acrtores políticos.

Rosine Sori-Coulibaly disse que a continuação desses esforços será decisiva para que o país e o seu povo, em todos os seus componentes, se beneficiem plenamente do frutos socioeconomicos da paz e da estabilidade alcançados.

“Esses resultados dependerão, em grande parte, da vontade dos actores politicos de agir com sabedoria e circunspeção para estabelecer um visão comum e um consenso nacional em torno das prioridades reais do país, incluindo uma justiça independente, bem como uma separação clara de poderes e responsabilidades entre o executivo e legislativo”, explicou.

Apontou o fortalecimento das instituições do Estado, o diálogo e reconciliação nacional, Estado de Direito, promoção e proteção dos direitos humanos e
igualdade de género, a luta contra o narcotráfico, crime organizado transnacional entre as conquistas alcançadas pela missão na Guiné-Bissau.

Coulibaly saudou a sua contribuição, sobretudo pela ausência de conflitos politicos violentos, realização regular de eleições livres, transparentes e credíveis, o uso de meios legais da parte dos politicos para resolver suas diferenças, a vivacidade dos debates sobre as questões nacionais, o aumento do papel dos media na contribuição para a paz e a estabilidade e os avanços observados na promoção nacional dos direitos humanos.

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