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Educação: Responsável reconhece alegadas situações de violação e abuso sexual nas escolas e reitera tolerância zero


  12 Août      10        Education (665),

   

Cidade da Praia, 12 Ago (Inforpress) – O director nacional da Educação, Adriano Moreno, reconheceu hoje que houve alguns casos de alegadas situações de violação e abuso sexual nas escolas, no ano lectivo findo, afirmando que o Ministério tem dado tolerância zero a esta questão.

“Qualquer violação dos direitos humanos nos preocupa, a escola tem que ser ela guardiã desses diretos, nós eventualmente tivemos uma ou outra situação de alegada violação e abuso sexual dentro ou fora da escola, mas temos tido tolerância zero quanto a essa questão”, afirmou Adriano Moreno.

Segundo afiançou, toda e qualquer denúncia feita neste sentido, o Ministério da Educação vai agir com mão dura, para que a escola seja ela realmente a protectora dos direitos das crianças.

“Nós não podemos nos alinhar de forma alguma com qualquer tentativa de violação dos direitos das crianças, isto para nós tem tido tolerância zero”, reforçou.

Este responsável fez estas declarações à imprensa, à margem do lançamento, na Cidade da Praia, da “Declaração Universal dos Direitos Humanos para Crianças em Vídeo” pela Comissão Nacional para os Direitos Humanos e Cidadania (CNDHC), quando questionado sobre existência de algum caso de violação nas escolas durante o ano lectivo que terminou.

Sobre o lançamento da declaração, Adriano Moreno realçou a importância desta ferramenta, que conforme disse, constitui uma grande satisfação poder estar alinhados com a CNDHC nesta “tarefa árdua” de desenvolver materiais didácticos para as crianças.

“Todos sabemos da importância do audiovisual nas aprendizagens. Portanto isto vem dar mais um impulso para os professores para poderem ter materiais interativos que sejam do interesse para aprendizagem dos direitos humanos e da cidadania”, reconheceu.

Na mesma linha, considerou a educação para a cidadania como sendo transversal a todos os anos de escolaridade, desde o básico ao secundário, podendo ser incluída em todas as disciplinas.

Porque, segundo justificou, “ensinar os direitos humanos tem a mesma importância que trabalhar as outras disciplinas”, assegurando que os alunos têm acolhido muito bem este tipo de iniciativa, pelo que, diz esperar que com mais esta ferramenta os professores consigam motivar uma vez mais os alunos.

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