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Especial 24 de Setembro/Régulo de Boé lamenta abandono do “berço da Independência”


  22 Septembre      12        Politique (12272),

   

Bissau 22 Set 20 (ANG) – O régulo do sector de Madina Boé, região de Gabú, leste do país, lamentou terça-feira a deterioração, abandono e isolamento do Sector, berço da Independência.

José Adramane Djaló falava em entrevista concedida à ANG, Jornal Nô Pintcha e RDN, no quadro da comemoração de mais um ano de independência da Guiné-Bissau que se assinala no dia 24 de Setembro, disse que a situação é preocupante porque o que pensavam de Boé como local da proclamação da independência e dos projectos que estavam na manga todos foram para água abaixo.
“Após 47 anos desde a proclamação do Estado guineense, o sector transformou-se num dos mais vulneráveis do país. Imagina, ontem saímos com géneros alimentícios que o governo deu para as populações de Boé vitimas do sinistro causado pelas fortes chuvas e todo o apoio ficou no caminho devido a más condições das estradas o que significa que alguma coisa não está bem”, lamentou.

Adramane Djaló conto

u que actualmente as viaturas não podem circular naquela zona e a própria jangada que faz a travessia no rio Tchechi não está a funcionar e as pessoas são obrigadas a usar pequenas pirogas para atravessar o rio e depois usam as motorizadas ou andam de pé para os seus destinos.
Para o régulo, o Boé como um local histórico, não podia estar nesta situação.

Referiu que os grandes projectos de infraestruturas foram simplesmente esquecidos por sucessivos governos que passaram no país.

Adramane Djal
ó afirmou que uma parte da população de Boé vive da Guiné Conacri, acrescentando que nestas localidades as pessoas preferem adquirir a moeda da Guiné Conacri em vez do franco cfa, utilizado na Guiné-Bissau.

Segundo Djaló, só uma vez é que as estradas da zona de Boé foram reabilitadas até a povoação de Beli ,e que o resto do troços e mantem tal como estava desde a época colonial.

“Estamos cansados de pedir mas vamos continuar a apelar o Governo para que melhore as condições deste sector”, disse Djaló.

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