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FAO realiza Workshop de Capacitação e Sensibilização sobre relação existente entre nutrição e comércio


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Cidade da Praia, 21 Out (Inforpress) – A FAO tem em curso na Cidade da Praia até quinta-feira, 22, através da plataforma “zoom”, um workshop de capacitação e sensibilização técnica e institucional sobre a relação existente entre a nutrição e o comércio, evento financiado em 352 mil dólares.
Conforme uma nota de imprensa enviada à Inforpress, esta iniciativa ocorre no âmbito da implementação do projeto da FAO “Integração da nutrição nas leis e regulamentos comerciais nacionais e regionais dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID) e promoção das cadeias de valor alimentar locais para o comércio nos PEID”.
O workshop, que se realiza em parceria com o Ministério cabo-verdiano da Indústria e Energia, decorre sob o tema “Nutrição e Comércio: implicação para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento(PEID)”, e destina-se aos países beneficiários do projeto: Cabo Verde, Comores, Guiné-Bissau, Madagáscar, Maurícias, São Tomé e Príncipe e Seychelles.
O principal objectivo deste workshop, revela a mesma nota, é reduzir o nível de desnutrição, principalmente a obesidade, algo que passa pela redução na importação e distribuição de produtos alimentícios não saudáveis (alto teor de açúcar, alto teor de gordura ou abaixo do padrão e mal rotulado) e melhoria do comércio intra-PEID de alimentos nutritivos.
De igual modo, pretende-se com esta iniciativa “aumentar a consciencialização e a capacitação das diferentes partes interessadas sobre a importância, o papel e o impacto das políticas comerciais, leis alimentares, segurança alimentar e regulamentos de qualidade na melhoria da nutrição”, lê-se no documento.
A iniciativa tem como público-alvo, técnicos da área de comércio, das agências alfandegárias, dos órgãos reguladores de alimentos/autoridades de padrões alimentares, trabalhadores da cadeia de valor nutricional e agroalimentar, pequenas e médias empresas, associações de consumidores e parlamentares.
Em declarações à imprensa, a representante da FAO em Cabo Verde, Ana Touza, afirmou que o projecto abrange sete países da África e está operacional em Cabo Verde há já um ano.
“O foco é nos pequenos países Insulares porque nestes países a produção de alimentos é deficitária normalmente, por essa razão necessitam e muito dos alimentos importados, mas para ter uma boa alimentação há que ter uma regulamentação na importação de alimentos”, comentou.
A representante da FAO frisou ainda que ter uma “boa nutrição” tem haver com que alimentos são disponibilizados no mercado e em que factores se baseiam para fazer essa identificação, por isso realçou que é “importante” que os alimentos importados tenham, sempre, alguma norma de rotulagem de modo a dar uma breve descrição do conteúdo alimentar nutricional de cada produto.
“Isso é importante porque nesses países há uma representação muito alta de alimentos importados e em todos esses países se registram indicadores nutricionais preocupantes”, elucidou mencionado a obesidade que é originada pelos produtos importados que têm alto teor em sódio e gorduras.
Por isso, reforçou Ana Touza, é “importante” saber quais os tipos de alimentos que entram nesses países e que estão disponíveis no mercado alimentar, salientando que o workshop visa também “a mudança de comportamento nutricional, mudança de hábito de consumo alimentar e promoção de política de rotulagem nutricional para regulamentar o mercado”.

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