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FMI DESEMBOLSA USD 487,5 MILHÕES PARA ANGOLA


  12 Janvier      19        Economie (10823),

   

Luanda, 12 de Janeiro (ANGOP) – O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou, na segunda-feira (11), um desembolso imediato de direito especial de saque (DES) de 338,5 milhões (cerca de USD 487,5 milhões) para Angola.
A decisão do órgão financeiro foi tomada após a conclusão da quarta avaliação do programa económico apoiado por um acordo alargado no âmbito do Extended Fund Facility (EFF).
Segundo uma nota do FMI, publicada na sua página oficial, com este valor, os desembolsos totais sob o acordo para DES elevam-se a 2.143,2 milhões (cerca de US $ 3 bilhões).
O acordo alargado de três anos de Angola foi aprovado pelo Conselho Executivo a 7 de Dezembro de 2018, no valor de DES 2,673 mil milhões (cerca de $ 3,7 mil milhões à data da aprovação), conforme a publicação deste grupo de Bretton Woods a que a ANGOP teve acesso.
O seu objectivo é restaurar a sustentabilidade externa e fiscal, melhorar a governança e diversificar a economia, a fim de promover o crescimento econômico sustentável liderado pelo sector privado.
No momento da terceira avaliação, o Conselho Executivo aprovou o pedido das autoridades de Angola para aumento do acesso de DES 540 milhões (cerca de US $ 765 milhões no momento da aprovação) para apoiar os esforços na mitigação do impacto da Covid-19 e sustentar a implementação da reforma estrutural.
O órgão sustenta, a esse respeito, que a « natureza multifacetada do choque Covid-19 continua a impactar negativamente a economia e a população de Angola ».
Com isso, a produção e os preços do petróleo continuam fracos e os impactos sociais e de saúde da pandemia continuam a ser sentidos.
Na análise deste órgão do FMI, as autoridades « têm mantido uma resposta política robusta em face a esses desafios e permanecem firmemente comprometidas com o programa ».
Refere que as autoridades alcançaram um ajuste orçamental prudente em 2020, que incluiu ganhos de receitas não petrolíferas e contenção de despesas não essenciais, preservando, simultaneamente, as despesas essenciais com redes de saúde e segurança social.
A aprovação do Orçamento Geral do Estado de 2021, em Dezembro, consolida esses ganhos.

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