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Fogo: Agricultores aguardam retirada do IVA e taxa da RTC das facturas de consumo de água


  18 Février      13        Agriculture (1963),

   

São Filipe, 18 Fev (Inforpress) – Os agricultores da ilha do Fogo aguardam pela retirada do Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) e da taxa da Radiotelevisão Cabo-verdiana (RTC) das facturas de consumo de água para a rega.
Esta é uma das preocupações manifestadas pelos agricultores ao presidente da União Cabo-verdiana e Democrática (UCID), António Monteiro, durante os contactos estabelecidos com os homens do campo.
Segundo o mesmo, o Governo tinha anunciado que iria retirar o IVA e a taxa da RTC das facturas de água para agricultura, mas tal ainda não aconteceu e está a dificultar algumas pessoas, porque somando os valores das duas componentes, o mesmo terá um peso enorme na factura e reduz a capacidade dos agricultores de poderem ter mais rendimento e viver melhor.
Esta questão, sublinhou, pode ter o efeito de “bola de neve” na economia mais sustentada e na criação de riqueza para estas famílias.
Além da retirada do valor do IVA e da taxa da RTC das facturas, ainda no domínio de água, António Monteiro disse que em algumas localidades as pessoas reclamaram da falta de água, sobretudo nas zonas altas da ilha do Fogo, como Campanas de Cima, destacando que é preciso que o Governo preste atenção a esta situação para que estas famílias possam ter uma qualidade de vida melhor do que aquela que tem neste momento.
Com relação a Campanas de Cima, extremo norte do município de São Filipe, António Monteiro apontou a necessidade de se ter um posto sanitário com um enfermeiro para que as pessoas possam ser atendidas na própria comunidade e não ter de percorrer quase 30 quilómetros para chegar a São Filipe.
Quanto à estrada que liga Chã das Caldeiras/Piorno/Campanas de Cima, o presidente da UCID indicou que faltam aproximadamente três quilómetros e meio para finalizar a estrada, mas que neste momento a obra encontra-se parada.
Este político desconhece a razão da paralisação das obras já que não teve informações relativas a esta questão, salientando que as pessoas apenas lhe informaram que a obra se encontra paralisada há algum tempo.
“O Governo que tanto criticou o governo anterior por não ter fechado o anel vai deixar uma semi-reta sem completar o anel. É preciso prestar atenção para que as pessoas possam ter o acesso, que faz muita falta e com o aproximar da chuva pode criar grandes problemas”, disse António Monteiro.

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