APS COVID-19 : 138 MILLIARDS FCFA DE L’UE ET DE L’ALLEMAGNE EN APPUI AUX EFFORTS DU SÉNÉGAL APS ‘’SAHÉLIEN.NE.S 2040’’ : UN PROGRAMME DE L’AFD POUR ‘’UN SAHEL SOUHAITABLE’’ AIP COVID-19: Des acteurs du milieu éducatif outillés à la lutte contre la pandémie AIP Des associations féminines sensibilisées aux droits de la femme à Bondoukou AIP Des parents d’élèves du N’zi invités à prendre en main les cantines scolaires AIP Les nouveaux élèves de 6è et 2nde instruits sur les structures du Lycée municipal de Sikensi AIP Les contrôleurs budgétaires de l’Administration renforcent leurs connaissances sur le nouveau Code des marchés publics AIP 24 jeunes issus de l’immigration clandestine reçoivent des kits pour leur autonomisation AIP La Poste ivoirienne se rapproche des populations pour mieux les satisfaire AIP Kigali abrite le 18ème Sommet sur le Genre

Governo considera que País se depara com desafios com impacto na saúde social e económica devido à Covid-19


  19 Octobre      16        Société (25226),

   

Praia, 19 Out (Inforpress) – A ministra das Infraestruturas, Ordenamento do Território e Habitação, Eunice Silva disse sexta-feira que o País se depara com alguns desafios, entre eles o impacto na saúde social e económica da pandemia do covid-19.
Eunice Silva fez estas considerações ao copresidir à cerimônia alusiva ao Dia Mundial da Alimentação, que se celebra esta sexta feira,16, sob o lema “cultivar, alimentar e preservar: Juntos, as nossas ações são o nosso futuro”.
Na sua intervenção, a ministra asseverou que o País vem registando “progressivos ganhos” em matéria de segurança alimentar e nutricional, segundo disse, graças à implementação de políticas estratégias assertivas conjugados com uma cooperação profícua estabelecida com outros países e organizações internacionais em particular a FAO.
“Destaca-se a criação da lei do direito humano à alimentação adequada e a lei do Programa Nacional de Alimentação e Saúde Escolar, entre outros, com resultados visíveis, exemplificou.
No entanto, admitiu que Cabo Verde depara com alguns desafios, nomeadamente o impacto na saúde social e económica devido à pandemia do covid-19, na sustentabilidade da produção agrícola, no aumento do acesso e consumo do pescado das populações mais vulneráveis, na produção de sistemas alimentares sustentáveis e dietas saudáveis, na institucionalização da educação alimentar nutricionais.
Para Eunice Silva, estes desafios devem fazer parte do papel do cidadão, pois, “a vida presente e futura das nossas crianças é garantida através da sustentabilidade alimentar e ambiental, pois, só assim teremos dietas saudáveis para um futuro sem fome”, afiançou salientando que, por isso estão Governo considera que País se depara com desafios com impacto na saúde social e económica devido à Covid-19
Cidade da Praia, 19 Out (Inforpress) – A ministra das Infraestruturas, Ordenamento do Território e Habitação, Eunice Silva disse sexta-feira que o País se depara com alguns desafios, entre eles o impacto na saúde social e económica da pandemia do covid-19.
Eunice Silva fez estas considerações ao copresidir à cerimônia alusiva ao Dia Mundial da Alimentação, que se celebra esta sexta feira,16, sob o lema “cultivar, alimentar e preservar: Juntos, as nossas ações são o nosso futuro”.
Na sua intervenção, a ministra asseverou que o País vem registando “progressivos ganhos” em matéria de segurança alimentar e nutricional, segundo disse, graças à implementação de políticas estratégias assertivas conjugados com uma cooperação profícua estabelecida com outros países e organizações internacionais em particular a FAO.
“Destaca-se a criação da lei do direito humano à alimentação adequada e a lei do Programa Nacional de Alimentação e Saúde Escolar, entre outros, com resultados visíveis, exemplificou.
No entanto, admitiu que Cabo Verde depara com alguns desafios, nomeadamente o impacto na saúde social e económica devido à pandemia do covid-19, na sustentabilidade da produção agrícola, no aumento do acesso e consumo do pescado das populações mais vulneráveis, na produção de sistemas alimentares sustentáveis e dietas saudáveis, na institucionalização da educação alimentar nutricionais.
Para Eunice Silva, estes desafios devem fazer parte do papel do cidadão, pois, “a vida presente e futura das nossas crianças é garantida através da sustentabilidade alimentar e ambiental, pois, só assim teremos dietas saudáveis para um futuro sem fome”, afiançou salientando que, por isso estão “convictos que o engajamento de todos continua a implementar as medidas e estratégias no combate da insegurança alimentar e ultrapassar os vários desafios”.
Por seu turno, a representante da FAO em Cabo Verde, Ana Touza, recordou que no Dia Mundial da Alimentação, a FAO comemora também os 75 anos da sua criação e este ano assinala os 45 anos da organização em Cabo Verde, sublinhado, que ao longo deste quase meio século, a cooperação tem sido “mais do que frutífera” e está à vista de todos.
“O mundo espera que as nossas palavras sejam coerentes com as nossas acções, que sejamos simultaneamente um grupo de reflexão e um grupo de acção, por isso, devemos gerar e promover o conhecimento, nós vamos adquirir o bem público supremo, um mundo liberto de pobreza, fome e desnutrição”, disse.
Ana Touza citou ainda alguns marcos históricos da FAO, relativamente à floresta, avançando a luta contra a seca e a desertificação, nomeadamente no subsector da florestal que, segundo disse, recebeu “grande” parte das intervenções que contaram com o apoio da FAO, desde o primeiro projecto de reflorestação passando pelo plano nacional de acção florestal, programa nacional das florestas e a lei do sector florestal”, recordou.
Na agricultura, mencionou a representante da FAO em Cabo Verde, na primeira década após a independência, aconteceram nas primeiras intervenções para a promoção do subsector agrícola com a introdução de nova variedade de vegetais, a melhoria da prática do cultivo e disseminação da agricultura comercial.
Nos anos 90, recordou ainda Ana Touza, a agricultura beneficiou-se da terceira fase do projeto de desenvolvimento do sector agrícola, e de 91 ao ano 2000 foi possível triplicar a produção dos produtos agrícolas e consolidado um programa de pesquisa onde foi largamente promovida a técnica de micro irrigação.
“Estes são alguns exemplos da forte e profícua cooperação entre a FAO e Cabo Verde, uma parceria que contamos e estamos engajados em fazer e fortalecer ainda mais nos anos vindouros” afiançou.
“convictos que o engajamento de todos continua a implementar as medidas e estratégias no combate da insegurança alimentar e ultrapassar os vários desafios”.
Por seu turno, a representante da FAO em Cabo Verde, Ana Touza, recordou que no Dia Mundial da Alimentação, a FAO comemora também os 75 anos da sua criação e este ano assinala os 45 anos da organização em Cabo Verde, sublinhado, que ao longo deste quase meio século, a cooperação tem sido “mais do que frutífera” e está à vista de todos.
“O mundo espera que as nossas palavras sejam coerentes com as nossas acções, que sejamos simultaneamente um grupo de reflexão e um grupo de acção, por isso, devemos gerar e promover o conhecimento, nós vamos adquirir o bem público supremo, um mundo liberto de pobreza, fome e desnutrição”, disse.
Ana Touza citou ainda alguns marcos históricos da FAO, relativamente à floresta, avançando a luta contra a seca e a desertificação, nomeadamente no subsector da florestal que, segundo disse, recebeu “grande” parte das intervenções que contaram com o apoio da FAO, desde o primeiro projecto de reflorestação passando pelo plano nacional de acção florestal, programa nacional das florestas e a lei do sector florestal”, recordou.
Na agricultura, mencionou a representante da FAO em Cabo Verde, na primeira década após a independência, aconteceram nas primeiras intervenções para a promoção do subsector agrícola com a introdução de nova variedade de vegetais, a melhoria da prática do cultivo e disseminação da agricultura comercial.
Nos anos 90, recordou ainda Ana Touza, a agricultura beneficiou-se da terceira fase do projeto de desenvolvimento do sector agrícola, e de 91 ao ano 2000 foi possível triplicar a produção dos produtos agrícolas e consolidado um programa de pesquisa onde foi largamente promovida a técnica de micro irrigação.
“Estes são alguns exemplos da forte e profícua cooperação entre a FAO e Cabo Verde, uma parceria que contamos e estamos engajados em fazer e fortalecer ainda mais nos anos vindouros” afiançou.

Dans la même catégorie