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Governo destaca Relatório Nacional Voluntário como mecanismo necessário para retoma económica do País


  15 Février      16        Economie (11196),

   

Cidade da Praia, 15 Fev (Inforpress) – O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, destacou hoje o Relatório Nacional Voluntário como um mecanismo necessário para a retoma económica do País, além da importância na mobilização de recursos.
Olavo Correia fez esta intervenção durante o seu discurso na apresentação do Relatório Nacional Voluntário (VNR) 2021, que aconteceu hoje na Cidade da Praia.
Na ocasião, o governante apontou que em 2018 foi apresentado o primeiro relatório voluntário, e este ano vai ser apresentado o segundo relatório, em contexto especial, representando assim “uma grande responsabilidade” que se assumiu perante a nação e toda a comunidade internacional.
Conforme destacou, o VNR 2021 é um mecanismo de transparência, uma oportunidade para uma ampla comunicação a nível nacional e internacional, sobre consideração dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o processo de planeamento e das políticas públicas.
“O VNR 2021 é parte de um percurso de produção de conhecimento, planeamento, de mobilização de recursos realizados conjuntamente com o sistema das Nações Unidas”, assinalou.
O vice-primeiro-ministro afirmou que no âmbito do projecto é preciso criar uma convergência de todos os parceiros de desenvolvimento de Cabo Verde, para promover a inclusão e combater o empobrecimento da população.
“Devemos centrar os impactos socioeconômicos provocados pela pandemia de covid-19, e avaliar o recuo de Cabo Verde em matéria de desenvolvimento sustentável”, disse, salientando ser um esforço necessário para a recuperação e, sobretudo, propor estratégias de recuperação em linha com a ambição 2030.
Referiu também que o VNR 2021 deverá ser um mecanismo para promover a abordagem dos credores sobre o perdão, ainda que em parte, da dívida externa e em geral, sobre o financiamento do desenvolvimento sustentável, para viabilizar investimentos e se evitar o bloqueio, senão o colapso do Estado.
“Ambicionamos realizar a recuperação, a estabilização e a aceleração do crescimento económico focado nas pessoas, mas queremos também promover a diversificação da economia cabo-verdiana e a atingir o crescimento duradouro e robusto nos próximos anos”, frisou.
Em 2018, Cabo Verde apresentou às Nações Unidas, o primeiro Relatório Nacional Voluntário (VNR) sobre a Implementação da Agenda 2030, que avaliou a integração dos ODS no planeamento e a respectiva implementação, ou seja, o progresso do país na realização das metas mais relevantes.
De acordo com o Governo, o País deverá apresentar em Julho o segundo relatório e terá como base o relatório do PEDS 2017-2020, sendo esse plano, o instrumento de operacionalização do Programa do Governo e dos ODS.
Terá ainda como fontes importantes a Agenda Estratégica de Desenvolvimento Sustentável de Cabo Verde, o Quadro Nacional Integrado de Financiamento (INFF), a avaliação de finanças para o desenvolvimento (DFA), entre outros.

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