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Greve/Secretário-geral da UNTG pede veto do Presidente da República ao OGE/ 2021


  8 Janvier      11        Politique (14375),

   

Bissau, 08 Jan 21 (ANG) – O Secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) pediu ao Presidente da República para vetar o Orçamento Geral de Estado(OGE) para o ano económico 2021, aprovado recentemente pelos deputados.

O apelo foi feito hoje em conferência de imprensa por júlio Mendonça sobre o balanço da primeira semana de greve geral na função pública guineense.
Mendonça sustentou que o actual OGE é exploratório e injusto para o povo, porque demonstra que as receitas do Estado vão ser concentrados para os políticos.

“Nunca vi este modelo de orçamento na Guiné-Bissau. Um orçamento explorador e injusto como este. Chamamos a atenção desde as reuniões do Conselho Permanente de Concertação Social, de que este orçamento não é ideal para a Guiné-Bissau e convido aos cidadãos nacionais a abandonarem o país se este orçamento for implementado”, afirmou Júlio Mendonça.

Acusou os deputados de não ter a noção do documento que aprovaram, acrescentando que explicaram aos deputados sobre as consequências que o orçamento pode ter no tecido social guineense.

“Antes de aprovarem o OGE os representantes do Povo debateram o orçamento da ANP, porque, sabem de ante-mão, o que consta no orçamento de estado ou seja, do aumento de mordomias para os responsáveis dos órgãos de soberania, em que os próprios ministros têm direito a subsídios. Os deputados aproveitaram então para pedir aumentos, não só do seus salários, como também do valor das senhas de presença nas sessões da plenária”, salientou.

Segundo Júlio Mendonça, tudo isso demonstra que as receitas do Estado estão apenas concentradas para o consumo de um grupo de dirigentes e deputados.

“Isso significa que estamos a caminhar para uma situação de penúria e de aumenta do sofrimento do povo guineense, porque os impostos que foram instituídos serão pagos
por todos”, disse.

Para Júlio Mendonça o país está perante uma anarquia e desgovernação, por isso promete uma luta sindical para que o Estado volte ao seu ritmo normal de funcionamento.

Em relação a primeira vaga de greve, de oito dias, que hoje termina, o sindicalista disse que não recebeu nenhum contacto formal da parte do governo para uma eventual negociação, razão pela qual, segundo disse, já avançou com novo pré-aviso de greve para iniciar no próximo dia 18.

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