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Líder parlamentar do MpD diz que todos sabem como é que o PAICV deixou os TACV, sem um único avião


  14 Octobre      20        Politique (12273),

   

Cidade da Praia, 14 Out (Inforpress) – A líder parlamentar do Movimento para a Democracia (MpD – no poder), Joana Rosa, disse que os cabo-verdianos sabem em que situação o PAICV (oposição) deixou a companhia aérea, “sem um único avião”.
Joana Rosa falava em conferência de imprensa, esta terça-feira, na cidade da Praia, para fazer o balanço das jornadas parlamentares que antecederam a primeira sessão plenária de Outubro, que arranca esta quarta-feira.
A líder parlamentar do MpD frisou ainda que o Partido Africano da independência de Cabo Verde (PAICV) deixou a companhia de bandeira com “500 e tal trabalhadores e com uma situação que todos conhecem, um único avião arrestado na Holanda”
“Nós prometemos aos cabo-verdianos em como íamos arranjar uma solução para os TACV. Foi isso que fizemos. Tudo o que o MpD fez no sentido de privatizar a companhia, foi privatizada, teve a opção da criação do hub no Sal e com bons resultados. A companhia aérea começou a operar, foi aumentado o número de aviões que em 2019 já tínhamos seis aparelhos no País, a fazer a ligação com cerca de 12 cidades do mundo”, prosseguiu Joana Rosa.
Joana Rosa disse ainda que a ligação interna também teve melhorias, relembrando que os dois ATR foram vendidos pelo anterior governo do PAICV.
“A situação encontrada todo mundo sabe, e as soluções que este Governo tem vindo a encontrar para a companhia aérea. De uma companhia aérea de forma como estava conseguimos, através de um plano de negócios com a Cabo Verde Airlines (CVA), aumentar o número de frequências, aumentar o número de turistas. É basta ver o peso dos transportes no PIB 2019”, acrescentou.
A líder parlamentar do partido que sustenta o Governo afirmou ainda que um relatório do Banco de Cabo Verde (BCV) comprova a participação da companhia e da opção política do hub no Sal com cerca de cinco por cento (%) de participação do PIB do País, para além do aumento de turistas e também de reservas externas em divisas.
“Isto tudo foi um ganho para o país”, frisou, afirmando que, por outro lado, com a covid-19 tudo mudou, que em todo o mundo as companhias estão com dificuldades.
“Umas vão sobrevivendo, outras não, porque sabemos que muitas já declararam falência outras já estão em extinção, mas a nossa opção política é fazer retomar aquilo que era revisitar os objectivos que havíamos proposto aquando da privatização da CVA. Claro que agora, com a pandemia deixamos de ter voos internacionais, por imperativo circunstancial e com os problemas que advém de uma companhia sem funcionar, com todos os aviões parados e sem qualquer actividade”, ressaltou.
Joana Rosa disse ainda ser claro que o MpD está à procura de soluções.
“Hoje, vir falar em 11 aviões, aquilo que nós nos propusemos na altura, vir falar no insucesso da privatização é fazer o País retroceder, aquilo que ninguém mais deseja. Agora com a covid-19 vamos ter que começar tudo de novo, revisitar os objectivos que haviam sido propostos”, expôs.
Quanto às críticas do PAICV, que alega secretismo na questão da privatização da CVA, Joana Rosa refuta, afirmando que a Assembleia Nacional recebeu o contrato de privatização desde Março de 2019, mas que aquele partido da oposição, “continua a fazer confusão e tentar confundir as pessoas da inexistência do contrato”.
“As vezes fala num contrato de um valor que o PAICV inventa em relação aquilo que foi o valor dos contratos. O nosso foco agora é arranjar soluções para a nossa companhia aérea e vão ser encontradas brevemente para que possamos retomar o processo de desenvolvimento da nossa transportadora aérea”, concluiu.

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