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Literatura: 68 autores de 12 países juntam-se no “Liberdade Sempre”, o presente de aniversário de Jorge Carlos Fonseca


  21 Octobre      14        Arts & Cultures (1303),

   

Cidade da Praia, 21 Out (Inforpress) – Jorge Carlos Fonseca, Presidente da República de Cabo Verde, completou esta terça-feira 70 anos de vida e recebeu como presente o livro “Liberdade Sempre”, uma obra em que participaram 68 autores de 12 países, disse à Inforpress a Primeira-Dama.

“A ideia deste livro surgiu porque estávamos no passado, por volta de Novembro, a pensar o que fazer nos 70 do Jorge, que seria este ano. Na altura pensámos em fazer uma grande conferência trazendo a Cabo Verde académicos, cultores do Direito, gente da Literatura e grandes personalidades da área da Política e Cidadania”, contou Lígia Fonseca, quem organizou a obra, juntamente com Sofia Dupret Fonseca.

Contudo, prosseguiu Lígia Fonseca que se verificou que seria uma “empreitada extremamente cara”, pois, ressaltou, os custos financeiros da mesma “eram muito elevados” e, por isso, no meio dessas conversas, surgiu a ideia de fazer um livro de homenagem.

“Convidamos cultores do Direito, cientistas do Direito, académicos, pessoas que conhecem o Jorge Carlos Fonseca, quer da área da Literatura, quer de Cidadania para escreverem um texto nessas áreas em homenagem a Jorge Carlos Fonseca”, prosseguiu.

Lígia Fonseca afirmou ainda que foram muitos os convidados, mas que, entretanto, surgiu a pandemia e muitas pessoas que tinham aceite o convite não conseguiram participar.

“Não obstante, nós temos 68 autores. Um terço deles são nacionais e os outros são de 11 países como a Guiné Bissau, Angola, Portugal, Moçambique, Brasil, Chile e Espanha. Ao todo são 68 textos de 68 autores em diversas áreas”, prosseguiu.

De acordo com Lígia Fonseca, uns escreveram sobre áreas do Direito, outros sobre Cidadania e Política, outros que têm uma relação mais próxima ou tiveram momentos de convivência maior com Jorge Carlos Fonseca escreveram sobre o percurso de vida dele, enquanto outros analisaram algumas políticas dele enquanto Presidente da República.

“Nós temos uma variedade muito grande de texto que vão desde textos científicos a textos de opinião, de reflexão e outros de pura homenagem tecendo considerações de homenagem a Jorge Carlos Fonseca (..) houve uma colaboração muito grande e uma dedicação de muitas, pessoas, mostrando realmente a consideração e a estima que têm para com o homenageado”, frisou.

A vantagem de “Liberdade Sempre” é, no ponto de vista da Primeira-Dama, o facto desta não ser obra exclusiva de Direito, que às vezes poderia se tornar pouco interessante para quem não é da área.

“Temos intervenções muito distintas. E é por esta razão que vamos ter três apresentadores. A professora que é presidente do Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais (ISCJS), Yara Miranda, que vai fazer uma apreciação dos textos mais da área do Direito, depois vamos ter a apresentação da professora Fátima Fernandes, relativamente às partes que se debruçam sobre a literatura e depois temos uma apresentação do embaixador de Cabo Verde em Portugal, Eurico Monteiro, que vai fazer a sua leitura dos textos de Cidadania e de Política”, acrescentou.

“É um volume de 1300 páginas. É muito extenso e é interessante porque a pessoa poderá ler o livro, consoante os autores que conhece, consoante os temas que lhe interessam e vai lendo o que lhe interessa. Não é um livro para começar do começo e acabar no fim corrido. Até pode-se começar pelo fim, pelo meio…”, completou.

“Liberdade Sempre” torna-se, segundo Lígia Fonseca, possível graças ao “profissionalismo e a grande experiência” da editora Pedro Cardoso.

“Nós fomos surpreendidos com a pandemia, o que dificultou o acesso a quase tudo. E não obstante essas dificuldades a livraria conseguiu organizar o trabalhar todos o processo para que a obra ficasse pronta. Também quero dizer que os colaboradores, os que participam nesta obra, foram sempre muito rápidos a responder”, finalizou.

“Liberdade Sempre” foi apresentado hoje na Livraria Pedro Cardoso, na Cidade da Praia.

Jorge Carlos Fonseca nasceu na cidade do Mindelo, ilha de São Vicente, em Outubro de 1950, cidade e ilha onde viveu até aos sete anos. Casado, pai de três filhas (Dulce Andrea, Dulce Sofia e Rita Jorge), tem quatro netos (Tiago, Bruno, Sara e Nádia).

Residente na Cidade da Praia, ilha de Santiago, cidade onde passou a viver e onde cresceu e estudou a partir dos sete anos de idade.

Passou também algum tempo de sua infância e adolescência na Brava, ilha de nascimento da mãe, Albertina. O pai, Mário Ivo, é natural da Cidade da Praia, ilha de Santiago.

Jorge Carlos Fonseca, que foi o primeiro ministro dos Negócios Estrangeiros da 2.ª República (1991 e 1993), tendo, nessas funções, conseguido que o país fosse eleito para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, foi eleito em 2011 e reeleito em 2016 Presidente da República de Cabo Verde.

GSF/FP

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