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Maio: Fundação Maio Biodiversidade regista pela primeira vez 38 mil ninhos de tartarugas marinhas


  17 Septembre      14        Environnement/Eaux/Forêts (3370),

   

Porto Inglês, 16 Set (Inforpress) – A Fundação Maio Biodiversidade (FMB) registou, pela primeira vez, 38 mil ninhos de tartarugas marinhas, quando falta cerca de um mês para o término da campanha da protecção desta espécie, considerada em vias de extinção.
Esta informação foi avançada à Inforpress pelo coordenador da campanha de protecção das tartarugas marinhas da Fundação Maio Biodiversidade, Jairson da Veiga, para quem este número foi registada este ano, pela primeira vez, por aquela ONG, no período dos dez anos da sua existência, pelo que considera ser um marco e um recorde para aquela organização.
Segundo afiançou Jairson da Veiga, se por um lado este número de ninhos é visto como um número “record” e até vista como um ganho para a FMB e para ilha do Maio, por outro lado não deixa de ser “preocupante”, uma vez que não sabem a razão de tanta procura das fêmeas às praias da ilha, porque conforme explicou isto vai precisar de um estudo pormenorizado posteriormente para identificarem a causa deste facto.
“Cada ano estamos a ter uma temporada singular, se neste dez anos já protegemos e enviamos para o mar as tartaruguinhas, mas estes ainda não possuem a idade suficiente para regressarem à terra, porque em média precisam de vinte anos, então podemos estar face a vários factores em que um deles pode ser o efeito da campanha de protecção que se está a fazer no país há cerca de vinte anos, mas que também pode ser por outros factores”, frisou.
Conforme admitiu aquele responsável, existem vários factores que poderão também estar relacionados com aumento da sub-população da espécie caretta-caretta que vivem nas nossas águas, inclusive a mudança climática e diminuição dos tubarões nas nossas águas, porém reforçou que tudo isso não passa de uma suposição, pelo que isso vai exigir a realização de um estudo para se saber, também, se existe a mesma proporção de fêmeas e de machos.
De todo modo, Jairson da Veiga realçou que neste momento estão “satisfeitos com este registo, mas ao mesmo tempo preocupados” por causa do aumento do número de apanhas que se está a registar, neste momento, na ilha, que ronda as 70 tartarugas capturadas, e que conseguiram registar ao mesmo tempo que destacou a perda de vários ninhos, por causa das inundações nas praias.
“Um outro aspecto que nos tem preocupado tem que ver com os predadores nas praias, como é o caso dos cães vadios, e este ano temos uma novidade que é o aparecimento de porcos nas praias de Pilão Cão, que estão a danificar os ninhos”, salientou.
Um outro ganho que aquele responsável informou tem a ver com o estudo que estão a realizar durante o qual conseguiram introduzir cerca de 30 ships nas tartarugas para puderem monitorizar os seus percursos, estudo científico que, conforme garantiu, vai ser divulgado “brevemente”.
“Um outro aspecto positivo que registamos este ano tem que ver com a retoma da participação dos voluntários internacionais”, frisou, informando que a campanha vai decorrer até ao próximo mês de Outubro, altura em que almejam atingir a cifra dos 40 mil ninhos, tendo em conta o actual ritmo.
Jairson da Veiga destacou que no ano passado conseguiram atingir cerca 25 mil ninhos, pelo que a campanha deste ano, à semelhança do ano passado, tem exigido maior esforço das equipas de patrulha, realçando que neste momento, já se regista a eclosão de alguns ninhos.
WN/HF
Inforpress/Fim

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