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Ministério da Economia/“Não compete ao Sindicato das Finanças mostrar o ministro Fadia quem é que deve receber ou não o incentivo”, diz Quintino Soares


  13 Octobre      17        Société (24115),

   

Bissau, 13 Out 20 (ANG) – O Presidente do Sindicato de Base dos trabalhadores do Ministério da Economia Quintino Soares Sanhá afirmou segunda-feira que não compete o sindicato de base das Finanças mostrar o ministro Fadia quem é que deve receber ou não o incentivo destinado aos trabalhadores dos dois referidos ministérios.

Aquele responsável falava numa conferência de imprensa  realizada em  reação   ao procedimento do sindicato de base do Ministério das Finanças com relação ao subsídio de Atendimento da Contribuição Industrial (ACI).

“Existe  desenformação por parte do sindicato de base do Ministério das Finanças com relação ao subsídio de ACI|, porque esse dinheiro não é do sindicato e nem a Direção Geral das Alfândegas ou seja a Contribuição de Imposto que cobram os impostos não tem essa competência e muito menos os funcionários das Finanças para reclamar quem é que deve ser pago ou não”, referiu.

Quintino afirmou que, o Ministério da Economia e das Finanças, são duas instituições que têm as suas interindependências e que funcionam sempre em parceria de modo a obter o sucesso nos seus trabalhos.

Soares Sanhá aconselhou os funcionários do Ministério das Finanças no sentido de abicarem nestas reclamações, porque é uma luta “inglória”.

Por outro lado, o Sindicato de Base dos Trabalhadores do Ministério da Economia, Plano e Integração Regional considerou a greve decretada pelo Sindicato de Base dos Funcionários do Ministério das Finanças de má-fé e manifestam as suas solidariedade com o ministro da Finanças João Mamadu Aladji Fadia pelas decisões que tomou   contra a posição do trabalhadores das Finanças.

“Com a chegada do ministro Fadia neste Ministério, os nossos colegas começaram a pressionar o ministro para que retire os nossos subsídios e este por sua vez produziu um mapa que retirou o nosso incentivo e lavaram-no a produzir várias correspondências e este percebeu que os seus funcionários induziu lhe no erro e retornou os nossos incentivos”, explicou Soares Sanhá.

Sustentou que o sindicato dos trabalhadores das Finanças começaram a reclamar e decretar a greve de uma forma “inglória”, com o objectivo de nos afastar do mapa de incentivo.

O Sindicato de Base dos Funcionários das Finanças e o ministro desta instituição do Estado estão em colisão já la vão três meses, e  os trabalhadores acusam o ministro de praticar o nepotismo nesta instituição do Estado. 

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