AIP Laurent Tchagba lance le projet de renforcement de l’alimentation en eau potable de Séguéla AIP Prières et bénédictions pour la paix à la mosquée de Gbéléban AIP Tricycles, motos, tables-bancs et ciment offerts aux populations du N’zi AIP Les cours se déroulent normalement à Toulepleu GNA GAEC inaugurates Technical Staff Association GNA Population and Housing Census to begin in April 2021 GNA Confluent Media calls for public cooperation on upcoming SDG peace survey GNA Media should be responsible in crises reporting – Oppong Nkrumah APS LE COÛT DE CONSTRUCTION DES LOGEMENTS NEUFS EN HAUSSE DE 0, 5 % AU 2E TRIMESTRE APS DES AGROPOLES POUR DÉCONCENTRER LE TISSU INDUSTRIEL

OMS diz que mais de 2 milhões de pessoas morrem nos países de baixo rendimento devido a cuidados sanitários pouco seguros


  16 Septembre      14        Santé (7763),

   

Bissau, 16 Set 20 (ANG) – Os institutos nacionais de Saúde Pública dos nove Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vão estudar os impactos da abertura de escolas nos indicadores da covid-19, para uma eventual cooperação dos países neste domínio.

A decisão foi tomada terça-feira na 6.ª reunião (virtual) da re

de de institutos nacionais de saúde pública da CPLP e o “objectivo é encontrar formas de cooperação neste domínio, ou mesmo uma estratégia conjunta de actuação, a sugerir aos ministérios da Saúde dos países”, disse à Lusa o director de cooperação da comunidade, Manuel Lapão, após o encontro.
Sublinhando que o papel do
s Institutos de Saúde Pública é o de aconselhamento das decisões políticas neste setor, Manuel Lapão referiu que outra das questões abordada no encontro e que preocupa estas entidades é o papel que devem ter nos testes à covid-19.

Uma questão que abrange a utilização e tipologia dos testes, assim como a oferta económica.

Outro assunto abordado no encontro de peritos da Saúde da CPLP de hoje e que deve ser tema de um seminário, a realizar em finais de Outubro, é a necessidade do equilíbrio entre as medidas para evitar propagação da pandemia aplicadas no trabalho e na vida social, adiantou Manuel Lapão.

Na reunião técnica da Rede de Institutos de Saúde Pública da CPLP foi discutida também a discrepância entre o conhecimento científico sobre a forma como o novo coronavírus se propaga, o volume de informação divulgada sobre o assunto e, por outro lado, o aumento do número de casos.

A conclusão é que há mensagens que não passam, disse Manuel Lapão.

Assim, os institutos vão identificar mensagens que sejam eficazes e dissuasoras de comportamentos que conduzam ao contágio, para depois serem levadas à discussão com a parte política nos Estados-membros.

A CPLP integra Angola, Cabo Verde, Brasil, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 929.391 mortos e mais de 29,3 milhões de casos de infecção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.875 pessoas dos 65.021 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

Em África, há 32.795 mortos confirmados em mais de 1,3 milhões de infectados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, Angola lidera em número de mortos e Moçambique em número de casos. Angola regista 139 mortos e 3.569 casos, seguindo-se a Guiné Equatorial (83 mortos e 5.000 casos), Cabo Verde (46 mortos e 4.904 casos), Guiné-Bissau (39 mortos e 2.303 casos), Moçambique (37 mortos e 5.713 casos) e São Tomé e Príncipe (15 mortos e 906 casos).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Dans la même catégorie