ANP Tahoua : Réunion de lancement officiel du Bilan des Réalisations du Plan d’Action 2016-2020 de la mise en œuvre de l’Initiative 3N ANG Especial 24 de Setembro/Sobrevivente de Komo pede intervenção do Governo central na resolução do problema de pensões ANG Especial 24 de Setembro/Administrador do sector Komo diz que a ilha se depara com grandes dificuldades Inforpress Porto Novo/Ano agrícola: Agricultores já concluíram sementeira e preparam-se para monda APS ECLAIRAGE SOLAIRE : LES ENJEUX EXPLIQUÉS AUX ÉLUS LOCAUX APS LA DEUXIÈME PHASE DU PUDC VA MOBILISER 300 MILLIARDS, SELON MACKY SALL GNA Catechist remanded for defrauding queen GNA Malta Guinness signs Sarkodie, Naa Ashorkor, others to Influencer deal GNA Accra City Stars commiserates with Africa Vision Soccer Academy Inforpress São Vicente: SCM makes musicians aware of the need to have a “good relationship” with money

Operadores Turísticos defendem uma autonomia administrativa e financeira para Fundo de Turismo


  24 Août      15        Société (22890),

   

Bissau,24 Ago 20(ANG) – O Presidente da Associação dos Operadores Turísticos e Similares da Guiné-Bissau disse que o Governo deve ter a coragem de adoptar uma autonomia administrativa e financeira ao Fundo de Turismo para melhor servir e atrair o investimento para o sector, na base de transparência.

Jorge Cabral, em entrevista exclusiva concedida hoje à ANG, disse que o referido Fundo foi criado por um Decreto desde 1983,sendo os seus regulamentos elaborados em 1989 mas que estes dois instrumentos nunca foram aplicados.

“O Governo deve desengajar-se do Fundo de Turismo a dotá-lo de uma a
utonomia administrativa e financeira de forma a melhor desempenhar o seu principal papel que é de subvencionar os operadores do sector”, referiu.

Aquele responsável sublinhou que enquanto o Fundo continuar sob a tutela da Secretaria de Estado do Turismo vai ser complicado compreender a sua verdadeira missão.

“Alguns funcionários do Turismo entendem que o dinheiro proveniente desse Fundo faz parte das suas receitas ou seja que pertence-lhes pelo que deve ser utilizado para o pagamento das despesas correntes”, explicou.

Jorge Cabral disse que a Associação dos Operadores Turísticos e Similares irá apresentar ainda esta segunda-feira à Secretaria de Estado de Turismo uma proposta para que o Fundo funcione conforme os objectivos que nortearam a sua criação, para que, juntos, possam mobilizar meios para o desenvolvimento do sector.

Informou que, de acordo com o Decreto Lei da sua criação, o Fundo de Turismo foi dividido em categorias sendo que a categoria A, deve pagar uma contribuição de oito por cento sobre o rendimento do operador, a categoria B , deve pagar seis por cento e a Categoria C, três por cento sobre o rendimento do operador.

Aquele responsável afirmou que o Governo forçou e aprovou em 2017, uma tabela em que os operadores turísticos passam a pagar o Fundo de Turismo num montante superior ao imposto sobre o rendimento.

Para Cabral o imposto sobre o rendimento dos operadores devia ser a maior contribuição que deviam pagar, ou seja é fixado em 25 por cento sobre o rendimento e mais 10 por cento do IGV.

Essa situação, segundo Jorge Cabral, não incentiva os investimentos no sector turístico do país tendo em conta que coloca a Guiné-Bissau numa posição de taxas mais alta na sub-região.

Jorge Cabral adiantou que já receberam da parte da Secretaria de Estado do Turismo uma proposta para a actualização da tabela de pagamentos do Fundo do Turismo e a taxa de Alvará.

Disse que a referida proposta já foi submetida à apreciação do Conselho Directivo da Associação na passada quinta-feira e foi igualmente discutido com os associados, no último fim de semana, e que, seguidamente, as recomendações produzidas vão ser remetidas à Secretaria de Estado do Turismo.

Dans la même catégorie