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Óscar Santos promete lisura, transparência e lealdade no exercício de cargo de Governador do BCV


  8 Janvier      16        Politique (14384),

   

Cidade da Praia, 08 Jan (Inforpress) – O novo governador do Banco de Cabo Verde (BCV), Óscar Santos, hoje empossado, garantiu que não poupará esforços para cumprir com denodo a missão que lhe é confiada, exercendo o cargo com a maior lisura, transparência e lealdade.
Óscar Santos, ex-presidente da Câmara Municipal da Praia e cuja nomeação tem sido criticada, particularmente, pelos partidos da oposição, frisou que sempre fez de tudo, no limite das suas capacidades físicas e intelectuais para desempenhar, com mérito, os cargos que ao longo da vida lhe foram confiados.
“Não sou uma pessoa para me distrair com fait divers ou ainda com factos e incidentes sem especial relevância na conjuntura, estando focado em assegurar com apoio de todos os administradores, dirigentes, técnicos e funcionários, que o BCV cumpra com elevada qualidade a sua missão, tanto a principal como as secundárias”, disse.
Manter as tabelas de preços, promover a liquidez, a sobrevivência e o funcionamento de um sistema financeiro assente na estabilidade do mercado, colaborar na definição da política monetária e executá-la de forma autónoma, gerir as reservas cambiais e em última instância desempenhar a função de conselheiro do Governo serão as preocupações de Óscar Santos nos próximos.
O trabalho vai ser no sentido de continuar a missão que vinha sendo executada pelo seu antecessor e pelos administradores cessantes, procurando desenvolver as orientações e práticas que maximizem a eficácia da intervenção do Banco Central e introduzindo as inovações que vierem a revelar-se necessárias.
“Fica aqui a garantia, e disto estou muito seguro, de que tudo faremos para ajudar a promover a economia e o país, fazendo uso dos procedimentos assertivos que facilitem o desenvolvimento de negócios, suprimindo ou mitigando situações e circuitos causadores de constrangimentos sem motivos racionalmente compreensíveis”, prometeu.
Óscar Santos deixou ainda a garantia ao Governo, e a todas as autoridades e à sociedade civil no geral, do cumprimento rigoroso das leis da República, e aos colaboradores disse que será exigida uma atitude focada nos objectivos.
“Pautemo-nos por atingir o máximo de eficiência e eficácia sem perda da segurança necessária para se optimizar os resultados da missão confiada. O BCV deve fazer parte sempre da solução e nunca do problema”, sustentou.
A cerimónia de posse foi presidida pelo primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, que reiterou a sua convicção na escolha de Óscar Santos, “um quadro da casa”, para presidir o Banco Central nesta fase difícil de respostas à crise covid-19 e da recuperação e relançamento da economia.
“Estamos convictos de que essa nova administração irá continuar e reforçar o prestígio e a importância do BCV na gestão da economia do país, particularmente, nessa fase difícil de respostas à crise covid-19 e da recuperação e relançamento da economia. Com sentido de prudência, mas também optimismo, estamos a conduzir o país para retoma económica, cujas previsões do banco mundial apontam para 5.5 por cento (%) de crescimento”, disse.
O chefe do Governo salientou que o BCV é uma instituição de referência na história económica e financeira do país e na soberania de Cabo Verde e realçou o percurso de credibilidade enquanto instituições cimeiras do país.
E para honrar essa história anunciou que o Governo irá, brevemente, homenagear e condecorar todos os ex-governadores do Banco de Cabo Verde.
Licenciado em Teoria Económica e Métodos Quantitativos pela American University Washington DC, onde também cursou um mestrado em Economia, com especialização em Comércio e Finanças Internacional, Óscar Santos vai substituir João Serra, que chegou ao fim da sua comissão de serviço desde 2019.
Vai ser coadjuvado pelos administradores Elias da Veiga Pereira, Maria Tereza Lopes da Luz Henriques e António Varela Semedo.

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