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Parlamento: MpD fala em “geringonça” dos partidos da oposição para questionar “incontestáveis ganhos” da política externa


  28 Janvier      18        Non classé (259),

   

Cidade da Praia, 28 Jan (Inforpress) – O Movimento para Democracia (MpD-poder) acusou os partidos da oposição de fazerem geringonça, colocando de lado questões prementes e desafios urgentes para questionar “incontestáveis ganhos” da política externa alcançados nos últimos anos pelo actual governo.
Esta posição foi manifestada quarta-feira pelo vice-presidente do grupo parlamentar do MpD, Armindo da Luz, no quadro da interpelação do grupo parlamentar do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição) ao Governo sobre a política externa nacional.
Este parlamentar começou por dizer que o PAICV, uma vez mais, coloca de lado “questões prementes e desafios urgentes” como o combate à pandemia da covid-19 e os seus impactos sanitários, sociais e económicos, para, “em geringonça” com a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID-oposição), questionar os “incontestáveis ganhos” da política externa nos últimos anos, “criando narrativas de deriva inexistentes, com clara má-fé, ódio e malvadez”.
“O grupo parlamentar do MpD está ciente de que as perguntas constantes da interpelação não dignificam, em nada, a política externa cabo-verdiana. Estamos perante actos de campanha política partidária na vizinhança de eleições legislativas”, prosseguiu Armindo Luz, completando que o seu partido “demarca-se da lógica populista e eleitoralista do PAICV e da UCID, que colocam a lógica do voto acima dos superiores interesses que é servir Cabo Verde”.
Prosseguindo, o parlamentar acrescentou que o PAICV e a UCID continuam com uma “leitura enviesada” e interesseira na saga da caça ao voto, criando factos, na “tentativa clara” de colocar areia nos olhos dos cabo-verdianos.
“A política externa de Cabo Verde está boa e recomenda-se. A nossa Diplomacia é credível e respeitada. O PAICV quer confundir os cabo-verdianos quanto a Embaixadores de Carreira e Embaixadores que não são de Carreira. Todos os Embaixadores são políticos, ao serviço dos interesses de Cabo Verde e de todos os cabo-verdianos”, frisou, acrescentando que “a diferença é que as Embaixadas deixaram de ser sedes de campanha do PAICV para passarem a servir todos os cabo-verdianos”.
Armindo Luz afirmou ainda que se poderá exemplificar os “extraordinários resultados” das Embaixadas de Lisboa, Washington, Bruxelas, Luanda e tantos outros.
“Que os nossos cabo-verdianos em Nice sejam testemunhos da qualidade do serviço prestado actualmente. Hoje nenhum cabo-verdiano dorme à porta do Consulado, sob a chuva, frio e outras condições desumanas”, prosseguiu.
Ainda nas suas declarações, o parlamentar ressaltou que “os resultados extraordinários” da diplomacia cabo-verdiana, nesta legislatura, são resultados de um “trabalho árduo” e “abnegado”, com “proveitos indestrutíveis” para o País e para a Diáspora.
“O Governo augurou dinamizar a parceria especial com a União Europeia, tal como aconteceu com a paridade fixa do escudo cabo-verdiano com o euro em 1998. O Governo cumpriu, elevando a parceria especial para uma parceria estratégica, explorando a parceria para a mobilidade com a União Europeia”, acrescentou.
Armindo Luz falou ainda no aumento do pacote financeiro disponibilizado pela União Europeia no período 2016-2020, nomeadamente 30 Milhões de Euros para luta contra a pobreza, 20 Milhões de Euros de reforço da parceria e o apoio orçamental extraordinário superior a 30 milhões de euros.

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