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Partidos políticos defendem observância das leis que regulam processo eleitoral


  14 Novembre      17        Politique (21803),

   

Bissau,14 Nov 18 (ANG) – Os partidos políticos com e sem assento parlamentar defenderam hoje a observância das leis que regulam o processo eleitoral na Guiné-Bissau.

Em declarações á imprensa a saída do encontro com o Presidente Mário Vaz, serviu para o Chefe de Estado apresentar os pontos que serão objectos de análise ainda hoje com seu homólogo nigeriano, Muhammadu Buhari, na qualidade do Presidente da Conferencia dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

O Vice-presidente do Partido da Renovação Social (PRS), Certório Biote disse congratular com os pontos apresentados por José Mário Vaz, acresentando que o seu partido está disponível para concordar com a opinião da maioria e aquilo que está previsto na lei, recordando que o processo do recenseamento está receado de normais.

O Partido da Nova Democracia (PND) considera de benéfico o encontro, por se tratar de um diálogo premanete com os actores políticos relativamente a realizações de eleições.

Iaia Djalo afirmou que é do dominio público de que o escrutínio não vai ter lugar no dia 18 de Novembro, por isso deve se procurar uma nova solução, que passa pela conclusão dos cadernos eleitorais, permitindo que o Presidente da república em consenso com os partidos, marcar uma nova data e que não venha falhar, porque já se registou 51 por cento dos eleitores e faltando apenas 49 por cento.

O Líder do Partido da Unidade Nacional (PUN), Idrisa Djaló concordou igualmente com os pontos apresentos pelo Chefe de Estado aos partidos políticos, alegando que os pontos refletem o desenrolar do processo do recensemaneto.

Instado a falar sobre a nova data, o líder do PUN disse que a data não foi objecto de análise na reunião, salientado que é necessario que o registo seja abragente e que niguém fica de fora e que as leis devem ser respeitadas.

O vice-presidente do Movimento Patriotico disse dar a sua contibuição para que o Presidente guineense possa convencer os seus parceiros de que a Guiné-Bissau deve cumprir a lei que regula a materia das eleições.

André Nanque defende a conclusão do recenseamente, a correcção necessária, e não a anulação do processo no seu todo como defendem algumas sensibilidades.

Disse que os prazos não devem ser incurtados e que a nova data deve ser marcada o mais rápido possível.

O Presidente da Frente Patriótica Nacional para Salvação da Democracia (FREPASNA), Baciro Djá, disse que a consulta que o chefe de Estado guineense vai fazer com o seu homólogo da Nigéria,não pode de forma alguma substituir a Constituição da Guiné-Bissau.

 

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