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PR apela ao engajamento de todos para uma rigorosa fiscalização na aplicação da nova lei do álcool


  2 Juillet      26        Economie (8173), Finance (426), Photos (3884),

   

Cidade da Praia, 01 Jul (Inforpress) – O presidente da República de Cabo Verde (PR), Jorge Carlos Fonseca, defendeu hoje, na Praia, que todos os cabo-verdianos devem apropriar-se da nova lei do álcool para que haja uma rigorosa fiscalização na sua aplicação.
O chefe do Estado fez esta consideração à imprensa, na cerimónia de comemoração dos três anos da Campanha Presidencial de Prevenção do uso abusivo do álcool “Menos Álcool Mais Vida”, que teve lugar na Presidência da República.
Para o chefe do Estado, ao contrário do que aconteceu com a antiga lei do álcool, é fundamental que esta nova lei (entra em vigor em Outubro) seja apropriada por todos, isto é, pelos poderes públicos, pelos governantes, pelos autarcas, pelos profissionais da comunicação social, pelos jovens, para que ela seja efectivamente aplicada.
“Isto é, que haja uma rigorosa fiscalização na sua aplicação porque infelizmente, entre nós, muitas vezes produzimos leis, boas leis, leis generosas, leis bonitas, mas esquecemos da sua aplicação, da sua fiscalização da sua aplicação, isto aconteceu, por exemplo, com a antiga lei”, recordou.
Conforme disse, é preciso que haja “rigor, determinação, empenho na fiscalização” desta lei, uma vez que, se for aplicada vai ser uma “contribuição muito importante “para a redução do consumo do álcool no país.
Jorge Carlos Fonseca considerou que esses três anos da campanha mostraram que “valeu e vale a pena” esta luta, visto que, a seu ver, “nunca como hoje” essa problemática de luta contra o uso excessivo de bebidas alcoólicas esteve tão presente na agenda política e social do país.
Entretanto, advogou que é preciso ainda uma maior envolvência da sociedade civil, das câmaras municipais, das medias, dos artistas e dos jovens para que possam ter resultados concretos, como redução do uso de bebidas alcoólicas, menos criança a iniciarem o uso de bebidas alcoólicas tão precocemente.
“Para que um número tão grande de famílias e de jovens não vejam as suas vidas destroçadas tão cedo com prejuízo para as pessoas, para a nossa juventude, paras as nossas famílias e até para o erário público e o estado”, acrescentou.
AM/ZS

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