GNA Reopening of schools: Booksellers bemoan low patronage of products APS LIGUE 1 : LES ‘’AFRICAINS’’ TEUNGUETH FC ET JARAAF CONFIRMENT GNA GLOWA schools twenty adolescent girls, five patrons in leadership roles. APS LE SEPT DONNE UN NOUVEAU VISAGE AU CFP DE THIÈS APS COVID-19 : 342 NOUVEAUX CAS POSITIFS ET 144 GUÉRIS, CE SAMEDI GNA WATICO puts in measures to ensure safety of students GNA COVID-19: Nurse dies in Bolgatanga GNA COVID-19: Business as usual at funeral grounds GNA NGO donates GH¢ 11,000.00 worth clothing to Sunyani Central Prison APS VERS LA MISE EN PLACE D’UN CENTRE DE FORMATION POUR LES JEUNES NON DIPLÔMÉS DE LOUGA

PR classifica de “reanimador” previsão do Banco Mundial para crescimento da economia cabo-verdiana em 5,5% em 2021


  8 Janvier      13        Economie (10807), Non classé (236),

   

Mindelo, 08 Jan (Inforpress) – O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, considerou ser “reanimador” a previsão do Banco Mundial para crescimento da economia cabo-verdiana em 5,5% em 2021 e acredita ser um propósito que está ao “alcance de todos”.
Numa publicação feita na sua página oficial do Facebook, Jorge Carlos Fonseca congratulou-se com a conjectura que consta do relatório sobre as “Perspectivas Económicas Mundiais” (Global Economic Prospects), divulgado pelo Banco Mundial (BM)
“Este é um cenário verdadeiramente reanimador que nos estimula a continuar a arregaçar as mangas para que, gradualmente, a actividade económica possa ser retomada e possa atingir o ritmo do período antes da pandemia”, defendeu o Chefe do Estado, para quem a realização deste propósito está ao alcance dos cabo-verdianos.
“Se houver determinação, paciência, clarividência e cooperação entre os actores sociais, económicos e políticos e, sobremaneira, um clima apaziguador entre os parceiros da concertação social”, augurou Jorge Carlos Fonseca.
De acordo com o documento do BM, a produção na região da África Subsariana sofreu uma contracção de cerca de 3,7% em 2020, devido às perturbações na actividade económica provocadas pela pandemia da covid-19 e os bloqueios associados e o rendimento per capita diminuiu 6,1% fazendo retroceder em pelo menos uma década os padrões de vida médios num quarto das economias desta região africana.
O relatório indica que os países mais afectados foram os países com grandes surtos domésticos, fortemente dependentes das viagens e do turismo, nomeadamente Cabo Verde, Etiópia, Maurícia e Seychelles e os exportadores de matérias-primas, em especial os exportadores de petróleo.
O BM prevê um crescimento moderadamente na região de 2,7% em 2021, embora se preveja que a recuperação do consumo privado e do investimento seja mais lenta do que anteriormente previsto, e espera-se que o crescimento das exportações acelere gradualmente, em consonância com a recuperação da actividade entre os principais parceiros comerciais.
Em relação aos países lusófonos, o relatório prevê que todos regressem ao crescimento económico já este ano, excepto a Guiné Equatorial, que deverá manter a recessão dos últimos anos em 2021 e em 2022.
O relatório indica que a economia angolana deverá crescer 0,9%, Cabo Verde com 5,5%, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Moçambique deverão registar um crescimento de 3%.
A Guiné Equatorial teve um crescimento económico negativo de 9% no ano passado e deverá manter-se no ‘vermelho’, com a riqueza a cair 2,8% este ano e 1,2% em 2022.
A nível global, o Banco Mundial reviu em baixa a projecção do crescimento da economia global para 4% em 2021, esperando ainda uma contração de 4,3% em 2020.
O relatório indica que a dívida pública na região aumentou acentuadamente para cerca de 70% do Produto Internao Bruto (PIB) em 2020, e elevou as preocupações sobre a sustentabilidade da mesma em alguns países.
Na mesma publicação no Facebook, Jorge Carlos Fonseca confirmou ter ratificado o Acordo entre Cabo Verde e a Guiné Equatorial sobre a promoção e protecção recíproca de investimentos; Convenção para a repressão de actos ilícitos relacionados com a aviação civil internacional e o Protocolo complementar à Convenção de Haia de 1970 para a repressão do apoderamento ilícito de aeronaves.
LN/DR
Inforpress/Fim

Dans la même catégorie