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Presidente da ANCA decide mover uma queixa crime contra Associação Nacional de Importadores e Exportadores


  11 Février      16        Politique (15371),

   

Bissau, 11 Fev 21 (ANG) – O Presidente da Agência Nacional de Caju da Guiné-Bissau (ANCA-GB) decidiu mover uma queixa crime junto do Ministério Público contra a Associação Nacional de Importadores e Exportadores da Guiné-Bissau, na pessoa do seu presidente Mamadu Iero Djamanca.

A decisão foi tornada pública em conferência de imprensa realizada hoje por Caustar Dafa, em jeito de esclarecimento sobre o concurso lançado para aquisição e venda de sacos de “juta” da primeira qualidade para exportação da castanha de caju de 2021 e das acusações de que foi alvo da parte do Presidente da Associação Nacional de Importadores e Exportadores.

Disse que Amadu Iero Djamanca tem de provar junto do Ministério Público as suas acusações.

Segundo, Caustar Dafa, Mamadu Djamanca teria dito numa conferência de imprensa que, nos últimos três anos, os seus associados contribuíram com cerca 4 mil milhões de francos cfa para a conta da ANCA-GB.

Disse que tais informações não correspondem a verdade, porque em 2018, a taxa de funcionamento da ANCA é de três francos por cada quilo e que nesse ano o país exportou 149 mil 700 toneladas da castanha de caju e a contribuição dos exportadores foi de 449 milhões e 100 mil francos cfa.

O Presidente da ANCA disse que em 2019, a Guiné-Bissau exportou 195 mil e 547 toneladas da castanha de caju e taxa de valorização foi de 5 francos por quilo, correspondendo a 977 milhões e 737 mil francos cfa.

De acordo com Caustar Dafa, em 2020, segundo o último apuramento feito em conjunto com o Ministério de Comércio, o país exportou 152 mil toneladas de caju, o que corresponde em dinheiro a 760 milhões de franco cfa.

Isso tudo, de acordo com o Presidente da ANCA, totaliza 2 mil milhões 186 milhões e oito centos e trinta cinco mil francos cfa.

Aquele responsável questionou na ocasião, onde é que Djamanca obteve os dados que indicam que, nos últimos três anos, a ANCA rendeu 4 mil milhões de francos cfa, frisando que ,por isso, o Djamanca tem que provar o que disse junto do Ministério Público.

Quanto ao Instituto Nacional de Pesquisa Agrária e Proteção Vegetal, Caustar Dafa disse que os fundos provenientes do pagamento das taxas de valorização pagas pelos exportadores foram usados no pagamento salarial dos funcionários da ANCA-GB, da corrente elétrica e água, aquisição de combustível, Renda entre outras despesas.

Em relação ao fundo de investimento, Caustar Dafa disse que é paga juntamente com a taxa de contribuição Predial Rustica e que em 2019 foi estipulado em 10 francos, o quilo, mas que o dinheiro fora depositado na conta do Tesouro Público e não na da ANCA.

Por essa razão, Dafa exorta o Presidente da Associação de Importadores e Exportadores a buscar o montante em causa no Tesouro Público para que o investimento possa ser feito.

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