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Santiago: Autarquia quer criar uma nova zona de expansão na Cidade Velha


  4 Janvier      9        Non classé (239),

   

Cidade da Praia, 04 Jan (Inforpress) – Salineiro, Achada Forte, Calabaceira e Bota Rama são algumas das localidades que poderão vir a ser a nova zona de expansão da Cidade Velha, revelou hoje o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago.
Nelson Moreira, que falava hoje aos jornalistas na Cidade da Praia, à margem do primeiro encontro entre a sua equipa camarária e a do Instituto do Património Cultural (IPC), assegurou que a autarquia pretende criar uma zona de expansão para dar às famílias uma habitação condigna e sem colocar em causa o título do Património Mundial da Humanidade.
O autarca reconheceu que há necessidade de se criar uma nova centralidade para Cidade Velha, sendo que Salineiro, Achada Forte, Calabaceira e Bota Rama são as localidades que poderão vir a ser a nova zona de expansão, projecto esse que será implementado com parceria público-privada.
Entretanto, assegurou que a autarquia, o IPC e o Governo estão interessados e engajados em combater as construções clandestinas para a preservação do sítio histórico, mas também evitar pôr em causa o Património Mundial da Humanidade.
“Temos de trabalhar em parceria e em sintonia no sentido de “djunta mô” [juntar as mãos], e nós como câmara temos que fazer a fiscalização, porque não podemos ser “conivente” e perder o único Património Mundial em Cabo Verde”, constatou o edil que reconheceu que neste momento existem algumas situações que precisam de ser corrigidas.
Por outro lado, Nelson Moreira defendeu que a população local tem de ser beneficiada, também, com o estatuto de Património Mundial da Humanidade.
Avançou que para este ano pretendem arrancar com o projecto de cobertura das casas na Rua Banana, porque as habitações estão num estado degradado.
Nelson Moreira reconheceu que há necessidade de reforçar e criar outras atracções e actividades para reter os turistas, sublinhando que não há uma ligação entre o sítio histórico e as actividades culturais existentes no município.
Por seu turno, o presidente do IPC, Hamilton Jair Fernandes, lembrou que a expansão da Cidade Velha foi visível em 2002, com o projecto urbanístico do arquitecto português Siza Vieira e essa possibilidade foi recomendada em 2006, durante a preparação do dossiê ao Património Mundial.
“Estamos a falar de um município que tem uma larga expansão territorial, daí a exemplificação da câmara junto do Governo, através de estruturas próprias pensarem numa estratégia de expansão, sem colocar em causa o próprio título de Património Mundial”, referiu, realçando que essa expansão poderá ser feita fora da área periurbana histórica.
Na ocasião, assegurou que o IPC sempre esteve engajado em trabalhar com a autarquia para a preservação do sítio histórico, sendo que neste momento estão em concurso público outros lotes de projectos que, segundo o presidente, irá trazer impacto aos visitantes e à própria comunidade.
“Naturalmente, há outros projectos que tínhamos apontado para este 2021, mas infelizmente o não aumento do tecto da dívida acaba por condicionar e coloca-nos a repensar em estratégias, se levamos em conta que os tradicionais parceiros internacionais também passam por situações complicadas”, sublinhou.
Durante o encontro vão ser analisados ainda o contrato de gestão do Circuito Turístico na Cidade Velha, entre o Estado de Cabo Verde e o Projecto Imobiliário e Desenvolvimento Turístico (Proimtur) e o Plano de Gestão da Cidade Velha como Património Mundial da Humanidade.

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