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São Vicente/Autárquicas: Candidato da UCID denuncia alegado esquema de venda de terrenos na câmara


  14 Août      11        Politique (11245),

   

Mindelo, 14 Ago (Inforpress) – O candidato da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID, oposição) à câmara de São Vicente, António Monteiro, denunciou hoje um alegado esquema “montado na câmara” para venda de terrenos, de que “deu já conhecimento” à Polícia Judiciária.
“Há cerca de três meses a UCID apresentou uma denúncia junto à Polícia Judiciária e pediu para ser analisado como determinados terrenos são adquiridos, como são feitas as doações e como outras quantias são entregues em mãos para um grupo de pessoas distribuírem entre si”, concretizou o candidato, em conferência de imprensa, na manhã de hoje, no Mindelo.
“Isto é uma afronta, e situações do tipo devem ser postos cobro o mais rapidamente possível, não podemos continuar nesse tipo de coisas, pois está-se a criar um polvo com um tentáculo enorme que poderá criar grandes constrangimentos à ilha ”, enfatizou António Monteiro.
Num outro ponto da sua comunicação à imprensa, para falar sobre “as preocupações da UCID” para com a gestão da autarquia “nestes últimos dias”, o candidato disse ter constatado ultimamente uma concentração “muito grande de pessoas” junto à câmara à procura de “papéis para aquisição de terreno”, o que poderá colocar em perigo a saúde pública.
A UCID, continuou António Monteiro, encontra-se na posse de “vários registos” de pessoas “que dormem à porta da câmara” para tentar encontrar um lote de terreno, uma atitude que classificou de “muito má” em gestão de território, que “não deveria existir”, por colocar em causa o desenvolvimento “harmonioso e sustentável” da cidade do Mindelo.
“Todos têm direito ao seu lote de terreno para construir a sua habitação, mas deve caber à câmara fazer a planificação atempada”, criticou o também presidente da UCID, para quem, pelo contrário, assinalou, assistiu-se ao longo dos anos a “uma negação na cedência” de terrenos para pessoas com menos posses.
Hoje, continuou, em véspera de eleições, faz-se uma “distribuição de papéis de forma desordenada”, uma concentração de centenas de pessoas junto à câmara para tentarem obter um papel que “não terá nenhum impacto positivo”, já que “muitos irão ter dificuldade em adquirir o terreno”.
Por fim, António Monteiro revelou ainda preocupação com a realização pela actual equipa camarária de obras que não estão no Orçamento da autarquia para 2020, entre elas construção de placas desportivas “sem dimensão, até com oito metros de largura”, quando a câmara, criticou, “não consegue concluir o polivalente de Chã de Alecrim, obra que se arrasta há mais de 15 anos” e a recuperação de outras placas desportivas.
“O presidente da câmara de São Vicente tem uma coisa só em mira, ou seja, fazer obras fora do orçamento e que não dignificam a cidade, para, a todo custo, manter-se no poder”, concretizou, até porque, finalizou, “os valores das sondagens não lhe são favoráveis e daí o desespero que coloca em perigo o futuro de São Vicente e a própria saúde pública”.
Para a eleições autárquicas do dia 25 de Outubro, já são conhecidos quatro candidatos ao cargo de presidente da câmara de São Vicente, nomeadamente Augusto Neves, pelas listas do MpD, Albertino Graça (PAICV), António Monteiro (UCID) e Nélson Lopes, independente.

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