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Transportes terrestre/Federação das Associações dos Motoristas considera de “abuso” aumento de 7% na taxa do Fundo Rodoviário


  12 Janvier      13        Société (27561),

   

Bissau, 12 Jan (ANG) – O Presidente da Federação Nacional das  Associações dos Motoristas e Transportadores da Guiné-Bissau considerou de “abuso” a decisão do Fundo de Conservação Rodoviária(FCR) de aumentar em sete por cento a taxa de imposto.

Em entrevista exclusiva via telefone à ANG, Caran Cassamá reconheceu  que os proprietários dos transportes mistos, urbanos e particulares não pagaram o fundo rodoviário durante dois anos porque quase todas as estradas do país estão destruídas e com buracos.

 Disse  que há muitos anos que pagam  mas que  esses fundos não são aplicados na conservação ou reabilitação das estradas.

Cassamá disse  que na sequência de  negociações   com o Ministério das Obras Públicas foi prometido à Associações  de  Motoristas que até  Janeiro de 2019, se as estradas não fossem  reabilitadas ou alcatroadas, ninguém pagaria o referido fundo.

“Depois de dois anos deviam fazer a mesma coisa ou seja, chamar os parceiros para encontrar soluções em relação ao pagamento do FCR se vai manter o preço antigo ou vai se alterar. Não foi o caso,”referiu.

Referindo-se ao recente aumento de sete por cento da taxa do FCR, afirmou que os seus associados não vão pagar o fundo nem no antigo muito menos no atual preço  alegando que, “para aumentar qualquer taxa deve-se fazer o trabalho de base”.

Caran Cassamá acrescentou   que a sua organização vai  mover uma queixa crime contra a direcção do FCR, porque  fez cobranças de taxas durante décadas sem conservar as rodovias,  e que como prejuízo, as rótulas, amortecedores, molas   e outras peças dos carros estão a estragar por causa de más condições das estradas.

Em relação as cobranças das taxas, os carros particulares pagavam 12 mil francos/ano, atualmente devem pagar  17 mil fcfa.

Taxis e motos que pagavam 10 mil passam a pagar 15 mil fcfa, carros de transportes que eram 23 também aumentou.

A Federação dos Motoristas com 21 associações e filiais em todo o território nacional,
é para Caran Cassamá quem deveria fazer-se  representar no Conselho de Administração do FCR. “Mas, infelizmente é a Associação dos Proprietários dos Transportes (ASTRA) com direcção   caduco que ocupa esse lugar”, disse.

Cassamá apela  aos seus associados para cumprirem com as recomendações de Código de Estrada, continuarem a exigir  aos passageiros o uso obrigatório de máscara, a conduzirem com moderação  e que paguem  as taxas das finanças e outras  excepto a  do Fundo de Conservação Rodoviária. 

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