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Transportes terrestres/Empresa Transafrica GB regista prejuízo de cerca de 500 milhões de francos CFA devido a pandemia da Covid-19


  6 Octobre      9        Société (23929),

   

Bissau,06 Out 20(ANG) – A empresa de transporte colectivo de passageiros da Guiné-Bissau, (Transáfrica GB) acarretou durante o período da pandemia de Covid-19, um prejuízo em cerca de 500 milhões de francos CFA, revelou o director operacional da empresa.

Queba Djassi, em declarações à
ANG, disse que a empresa foi obrigada a fechar as suas portas por um período de quatro meses não obstante terem honrado com todos os seus compromissos fiscais perante o Estado.
Aquele responsável disse que, nesta situação da pandemia, todos os países da União Económica e Monetária Oeste Africana(UEMOA), já fizeram um levantamento dos prejuízos que as empresas ao nível dos transportes terrestres devidamente legalizadas sofreram, para efeitos de eventual subvenção.

“Até esta altura não recebemos nenhuma informação da parte das autoridades guineenses nesse sentido e pelas informações que temos, os outros países da UEMOA já iniciaram o processo de subvenção das empresas”, explicou.

Queba Djassi informou que a empresa Transafrica depara-se com problemas de salários em atraso com o pessoal, viaturas danificadas, degradação das suas instalações entre outras.

Apelou as autoridades competentes a deligenciar mecanismos para dar uma mãozinha às empresas que operam no sector dos transportes sobretudo as que estão legalizadas.

Afirmou que a empresa sempre cumpriu com as recomendações do Alto Comissariado de Covid-19 em termos de lotação, uso de máscaras e preços, tendo denunciado situações de excesso de polícias de trânsito nas estradas fazendo cobranças desnecessárias.

“A título de exemplo, ao longo do trajecto Bissau/Catió pode-se constatar mais de 25 brigadas de polícias de trânsito nas estradas”, revelou.

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