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ustiça/Presidente da República considera de “vergonhoso” condições laborais da Polícia Judiciária


  4 Novembre      14        Politique (13109),

   

Bissau, 04 Nov 20 (ANG) – O Presidente da República considerou de “vergonhoso” as condições laborais na Polícia Judiciária há quase 50 anos da independência, e garante que o Primeiro-ministro vai criar condições para que esta instituição judicial possa ter melhores condições.

Umaro sissoco Embaló que falava à imprensa após um encontro de concertação com o Primeiro-ministro, Ministro do Interior, Procurador-geral da República, Diretora Nacional da Polícia Judiciária, Comandante de Guarda Nacional e Comandante da Polícia da Ordem Pública,  reiterou que o lema principal da sua governação é o combate à “corrupção-coronavírus social”.

“Para nós, a corrupção é pior do que o coronavírus e a nossa geração deve ser a geração que vai combater esse mal na nossa sociedade. Hoje ficou claro de que a Polícia Judiciária tem um papel fundamental neste sentido”frisou.

Disse  que ao Primeiro-ministro foi dado  orientações para criar condições a fim de apoiar a PJ, dotando-a de meios.

“É vergonhoso que a nossa Polícia Judiciária nos 50 anos da independência não tenha meios para fazer os seus trabalhos”, disse salientando que o país sério só se constrói com governantes sérios e que nesse sentido a PJ deve ter um tratamento especial, sem deixar de lado outras forças de segurança do país.

Questionado sobre as informações da assinatura secreta do acordo para exploração do petróleo com o Presidente senegalês, Macky Sall, Sissoco Embaló explicou que, discutiram sobre a cláusula que devia estar no contrato que é a mudança da chave de partilha caso esse recurso for descobrido no território nacional.

“Quero vos dizer que no dia que vou assinar um acordo para exploração do petróleo vocês vão saber. A Guiné-Bissau ainda não tem nem fonte de petróleo. O que estamos a falar é que existem cláusulas que devem estar nesse contrato que é, quando o petróleo for descoberto aqui na Guiné-Bissau a chave de partilha tem que mudar e vice-versa”, contou Embaló.

O acordo assinado no passado prevê uma chave de partilha de 20 por cento para a Guiné-Bissau e 80 para o Senegal.

Acrescentou que o acordo vai ser renovado brevemente porque a Guiné-Bissau é um Estado como outro, justificando que antes tem que existir um artigo no acordo que mostra que quando o petróleo for descoberto no país a divisão não será na base da partilha antiga.

O Chefe do Estado prometeu tomar decisão sobre o acordo de exploração do petróleo com Senegal, garantindo salvaguardar o interesse do país como o então Presidente João Bernardo Vieira Nino defendeu.

“Macky Sall é o presidente da Alta Autoridade e eu sou o Vice-presidente, o acordo foi assinado entre Diouf e Nino. Mas quando vou tomar a decisão vou saber que eu sozinho não posso fazer a República da Guiné-Bissau Vos garanto que vou salvaguardar o interesse do país como  Nino Vieira o fez”, frisou.

Embaló disse que no seu mandato como Primeiro-ministro, em 2018, o país não tinha nenhuma dívida perante organizações das quais  faz parte, nomeadamente a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental CEDEAO), União Africana (UA) e a União Económica Monetária Oeste Africana(UEMOA).

Acrescentou que daquela data para cá, o país voltou a contrair dívidas com essas organizações, situação que repudia.

Embaló disse que não tem nenhuma renovação para o abate das árvores nas florestas do país, frisando que, o que existe é a retirada dos troncos que ainda se encontram nas matas.

Acrescentou  que estes troncos podem ser comprados por qualquer pessoa que está na altura de o fazer mas cumprindo com as normas estabelecidas e que o dinheiro resultante dessa compra vai ser depositado  no Tesouro Público.

A  ANG sabe que a PJ guineense investiga um caso de transporte de troncos de arvores abatidos nas matas do interior para uma Serração em Bissau, que alegadamente pertence a um grupo de dirigentes políticos.

Respondendo a questão sobre os trabalhos de transladação dos restos mortais do ex-Chefe de Estado, Nino Vieira, do Cemitério Municipal de Bissau para o aquartelamento da Amura,
actual Estado-maior General das Forças Armadas, Embaló respondeu que  Nino é um   herói que merece  respeito, sustentando que entre os filhos da Guiné-Bissau mais respeitados por Amilcar Cabral, Nino Vieira figura na primeira linha.

“Nino Vieira fez  história que nenhum outro guineense fez”, disse o Presidente Sissoco.

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