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Cimeira Donald Trump /Kim Jong-un termina sem acordo


  1 Mars      18        Monde (227), Photos (3764), Politique (6819),

   

Bissau, 01 Mar 19 (ANG) – A cimeira entre o presidente dos Estados Unidos e o líder da Coreia do Norte terminou esta quinta-feira, em Hanói, sem que fosse alcançado qualquer acordo.

Na conferência de imprensa após o encontro entre os dois líderes, Donald Trump disse não estar disposto a « abdicar de todas as sanções » sobre a desnuclearização, ao contrário do que Kim Jon-un pretendia.

A assessora de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, adiantou que a segunda cimeira entre Donald Trump e Kim Jong-un foi encurtada e o almoço previsto entre os dois líderes não se realizou.

No início das negociações, ambos admitiram a abertura de gabinetes de ligação nos dois países, enquanto Kim afirmou estar disposto à desnuclearização. « Ele não fará testes nucleares. Confio na sua palavra », garantiu Trump. O presidente norte-americano disse desejar um bom acordo, mas indicou não ter pressa.

Durante a conferência de imprensa, disse que « ainda não era uma boa altura para assinar alguma coisa ». « Não podíamos abdicar de todas as sanções » como o presidente da Coreia do Norte pretendia, adiantou.

Ainda assim, reforçou que a relação com Kim é « muito forte ». « Nós não desistimos de nada », garantiu, revelando-se ansioso para futuras negociações com o líder norte-coreano. « Têm um tremendo potencial, inacreditável », reforçou Donald Trump. Mas ainda não se compromete com uma terceira cimeira.

O presidente dos EUA aproveitou ainda a oportunidade para sublinhar que « muitos presidentes (anteriores) deveriam ter feito isto » – referindo-se à ligação que tem atualmente com Kim Jon-un – « mas ninguém o fez ». « E eu não estou a criticar a administração Obama, mas muitas administrações », remata.

Também questionado sobre se o presidente sul-coreano Moon Jae-in tinha atingido um ponto difícil quando se trata de trabalhar a paz na península coreana, o presidente Trump disse que falaria com este líder na quinta-feira. « Iremos contactar o presidente Moon muito em breve, assim que eu entrar no avião », disse. « Ele está a trabalhar arduamente e adoraria ver um acordo ».
Reagindo aos resultados da cimeira, a  presidência sul-coreana alega ser « de lamentar » a falta de acordo entre o líder da Coreia do Norte e o presidente norte-americano. Já a China exprimiu o desejo de que o diálogo prossiga entre Washington e Pyongyang alegando que nem tudo pode ser revolvido « do dia para a noite ».
Na sequência do fiasco da Cimeira de Hanói o índice da Bolsa de Seul fechou mesmo com um recuo de 1,7% e a divisa sul-coerana, o won, também perdeu terreno face ao dólar.
As reacções internacionais foram de pesar da parte da Coreia do Sul. O porta-voz da presidência sul-coreana emitiu um comunicado ser « de lamentar » a falta de um acordo entre os protagonistas da cimeira da capital vietnamita.
« Parece claro que muitos progressos significativos foram realizados, mais que em qualquer outro momento no passado », ressalva, porém, Kim Eui-kyeom, porta-voz da presidência sul-coreana.
Já Pequim, o principal aliado de Pyongyang, apelou à prossecução do diálogo salientando que o dossier nuclear norte-coreano não pode ser resolvido « do dia para a noite ».
Por seu lado na conferência de imprensa de encerramento da cimeira Donald Trump, presidente norte-americano, atribuíu à exigência norte-coreana do levantamento integral das sanções a responsabilidade do fracasso negocial em Hanói.
José Pedro Matias, enviado à capital vietnamita da Plataforma Global Media, acompanhou as duas cimeiras Estados Unidos / Coreia do Norte de Singapura e de Hanói.
Ele admite que desta reunião pouco ou nada de tangível se alcançou, à parte a proximidade afectiva que quiseram testemunhar os dois dirigentes.

ANG/DN/Inforpress

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