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São Tomé e Príncipe lamenta e pede desculpas por vandalismo nas instalações da embaixada de Portugal


  17 Septembre      2        Society (12037),

   

São-Tomé, 17 Set ( STP-Press ) – São Tomé e Príncipe “lamenta e desculpa-se perante a República Portuguesa” face ao vandalismo praticado segunda-feira por um cidadão são-tomense no interior da secção consular da embaixada de Portugal de acordo com um comunicado do governo do arquipélago enviado esta tarde a STP-Press.

“ São Tomé e Príncipe lamenta o ocorrido, desculpa-se perante a República Portuguesa e reafirma que jamais sustentará a prática de actos de vandalismo tenham eles a natureza e motivação que tiverem e seja onde for que ocorram” – lê-se no documento do gabinete da ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e Comunidades.

A nota de imprensa governamental acrescenta que “ perante a gravidade dos actos cometidos, o governo orientou os órgãos competentes para a abertura de um inquérito com vista ao apuramento de responsabilidades”.

“ São Tomé e Príncipe, sem incorrer em ingerência em assuntos internos da República Portuguesa, nomeadamente, em relação aos procedimentos conducentes à obtenção de visto de entrada naquele país, manifesta uma vez mais junto das competentes autoridades portuguesas a necessidades de uma abordagem mais humana no que toca ao procedimento em causa, nomeadamente, ao nível de atendimento e tempo de resposta”- acrescenta o documento.

Esta reação do governo de São Tomé e Príncipe surge horas depois de um cidadão são-tomense de pouco menos de 40 anos de idade ter protagonizado uma cena de vandalismo nas instalações do consolado da embaixada de Portugal, danificando algumas vidraças do edifício, vitrina, telefone, aparelho de fax entre outros objectos cujos dados são ainda incalculáveis.

De acordo com testemunhas oculares, a atitude do cidadão que foi depois conduzido a Policia Nacional, deveu-se a não devolução ao mesmo de um alegado valor pago a embaixada para a conceção de visto de entrada em Lisboa, Portugal que alegadamente lhe teria sido rejeitado pelos serviços consulares da supracitada embaixada.

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